terça-feira, 29 de setembro de 2020

Minhas Filhas: Todas As Minhas Placas de Vídeos











AMD Radeon HD3850 foi a minha primeira placa de vídeo. Comprei em 2008 enchendo o saco do meu velho. Rodava de tudo na sua mais alta configuração gráfica numa resolução de 1600x1200 em um saudoso monitor CRT. Só não rodava Crysis com tudo no máximo, mas rodava com quase tudo sim. E o melhor de tudo era o seu suporte ao DX10 e a época em que o dólar não era tão alto como hoje. Jurei que jamais daria mais de R$1000 em uma placa de vídeo. A falta de um bom aterramento acabou tirando a minha HD3850 de mim. Saudade filhota!









A ASUS EHA6850 foi a minha segunda não paguei mais que 500 reais em uma seminova lá no mercado dos usados. O Mercado Livre. Oh saudade dessa época. O ruim é que logo depois da comprar já feita, com a mercadoria já vindo. Surgir uma nova na Kabum, custando a mesma coisa. Mas já era tarde e fiquei com minha placa semi-nova. O legal da serie HD6000 era o já suporte ao já também famigerado DX11. Ou seja os gráficos eram melhores que os do jogos baseado no DX10 e DX9. A inclusão do Tessellation o que traduzindo significa geometria mais complexas e outras coizitas. Deixou tudo ainda mais bonito nos games e mais próxima do que seria uma CG em tempo real. Uma falta de manutenção no terra acabou a levando de mim.








Essa foi a minha inclusão no lado verde da força. Eu não podia ficar sem placa de video. É o pior coisa que possa existir nesse mundão de meu Deus. Então eu achei uma GTX560Se dando sopa no ML. Usada e barata e tinha uma performance tão boa quanto a da saudosa HD6850. Ou seja eu rodei tudo que uma HD6850 rodava de boa, mas as vezes com menos quadros por segundos. E graças a Deus ela não morreu, apenas casou (Risos) Não eu a vendi para completar o que faltava para a minha próxima placa de vídeo. 









Comprada no fim do ano de 2016 a AMD RX480 veio com a promessa de mostrar a superioridade da AMD no DX12. E isso aconteceu? Mais ou menos mais ou menos. Em alguns jogos a AMD se saia melhor no DX12, mas em outros a Nvidia tinha uma boa margem de vantagem no Direct12 em relação a AMD. Ou seja esse tal milagre da AMD no DX12 era apenas uma jogada de marketing da empresa. A sim como foi vendida a imagem do super booster que os FX teria com o DX12. O que não foi verdade e a Intel também tirou vantagem e muito do DX12. Tanto que a AMD tratou de por logo nas lojas dos Ryzens. Bem a RX480 foi uma placa forte ou seu problema era a temperatura, consumo e a impossibilidade de subir muito o clock. Coisas comuns nas AMDs da vida. E a sim eu matei a minha filha e a Pichau mandou a minha proxima placa de vídeo de graça pra mim.










Essa foi a placa, a placa mais poderosa que tive e que ainda tenho até hoje em meu setup. Fiquei impressionado com tanto poder a sim. Rodava tudo na sua máxima qualidade com muita folga. E até hoje ainda rodo todos os jogos atuais na sua máxima qualidade numa margem de 60 quadros com media de 50FPS casada com um AMD Ryzen 5 1600AF a GTX1070 ainda tá me dando muita alegria. Mas temos o já ficando famigerado Ray Tracing se tornando padrão de qualidade nos jogos atuais e nos futuros jogos com a chegada dos novos consoles. Ai já me vejo obrigado a sonhar com uma futura RTX3060 ou uma AMD RX6000XT equivalente e para Full HD 60 quadro que é o meu caso e que pra mim tá ótimo.

domingo, 23 de agosto de 2020

Trailer do Novo Filme do Batman

Não é meu super-herói favorito, mas meu coração não nerd não tinha como não ficar aflito. (Risos) A feição do Pattinson combinou bastante com o personagem. Está dark, denso e pesado, passando toda aquela atmosfera dark e busca por justiça de Batman.



https://www.youtube.com/watch?v=a925C8l6gt0

segunda-feira, 20 de maio de 2019

RAGE 2 É Testosterona Caralho!



RAGE foi experiência mais Mad Max, que já tive em um game. Nos entregavam um mundo pôs apocalíptico, com gráficos soberbos e áudio de ponta. Era tudo muito imersivo, tínhamos a sensação de exploração ou de mundo aberto, mas não era um jogo de tiro com mundo aberto. RAGE 1 era um jogo bem linear, direto e reto ao ponto e muito divertido para os fãs do gênero.













RAGE volta no seu segundo jogo, mais insano do quer nunca, com a típica adrenalina dos FPS de outrora como: DOOM, QUAKE, UNREAL, SERIUS SAM, entre outros. E esse ar de nostalgia está presente no jogo, em um mata, mata acéfalo, sem freios e sem precedente. A onde é legal ainda estourar tunes de gasosa e manda tudo pelos areis, inclusive os inimigos.




Os gráficos são belíssimos, movidos pela API VULKAN, o resultado é gráficos incríveis e muito bem otimizados. Chegando até mesmo a roda em 4K, numa configuração com um FX8350 + GTX1070 + 16GB. A qualidade de áudio também é muito envolvente e imersiva, basta um bom headset ou home theater, que vai se sentir envolvido pela atmosfera do jogo.











A jogabilidade também é excepcional e precisa, qualquer coisa basta configurar ao seu modo. Como eu que adicionei o botão 7 do mouse, para a esquiva do personagem, além do botão padrão que é Ctrl, que é o padrão no jogo.












Os veículos continuar insanos, a muitas variedades deles e de armas, mas faltou uma visão em primeira pessoa de dentro dos carros. O mundo aberto do jogo tem muitas missões ou objetivos secundários; e muitos lugares para explorar, o que aumenta um pouco o fator replay do jogo. RAGE 2 é um FPS insano, que transpira o cheiro de adrenalina e testosterona dos bons e velhos FPS de outrora.

quinta-feira, 16 de maio de 2019

A Plague Tale: Innocence um jogo com templários sinistros e ratos diabólicos




A trama do jogo é linear e bem interessante, que acaba aumentando a satisfação ao jogar o game. Dois irmãos, uma adolescente e seu irmão criança, fugindo de templários malignos movidos pela a inquisição e por ratos diabólicos. Numa época em que vidas humanas eram perseguidas pela peste bubônicas e ratos sanguinários.












Agora sim vou falar da parte que mais me interessar que é sobre jogar o game. Os gráficos por exemplo são belíssimos, é tudo muito belo e vivo. Seria melhor se tivesse sido feito sobre a API DX12. A textura da pele dos personagens, os detalhes nas roupas, sombras, mas o que mais me impressionou foi o reflexo sobre o cabelo da Amicia, é muito realista.













Jogabilidade também é fácil de aprender, tanto que logo depois eu já não queria mais soltar o joystick das minhas mãos. O jogo conta com vários momentos rápidos de furtividade, além de mesclar muito bem momentos de horror e de suspense. Alguns detalhes como o de Hugo ao soltar e voltar a segurar a mão da irmã é muito bem feito.












E para encerrar, vou falar da inteligência artificial do jogo, que é uma das mais burra que já vi em um jogo eletrônico. Com isso também o jogo se torna mais acessível, ou seja, fácil. Chega ser cômico a inteligência artificial dos inimigos, que dificilmente lhe nota nos momentos de furtividade do jogo. Houve um momento em que Amicia, Hugo e mãe, estavam agachados de frente para um guarda e o guarda não os viu. Fora isso, A Plague Tale Innocence, é um jogo imperdível principalmente para PCs, que anda tão saturados de jogos onlines.







terça-feira, 28 de novembro de 2017

Dark Souls™: Prepare to Die

Lembro que quando baixei e joguei pela primeira vez, Dark Soul, na época eu simplesmente desistir. Os principais elementos que me fizeram desistir do gráficos e jogabilidade, dificuldade é só tacar um bom cheat e ta resolvido. O jogo era paticamente inavegável no combo teclado e mouse. E os gráficos me fazia voltar no tempo me fazendo pensar que eu estava numa locadora jogando Playstation 1 ou Playstation 2. Placa de vídeo nem precisa ligar as fans para rodá-lo mantendo a temperatura e uso na casa dos 20, 30 e 40% e o processador também. E saiu o segundo e o terceiro Dark Soul que dizem ser muito bom que acabei dando mais uma chance ao primeiro que esta agora numa versão atualizada, Dark Soul: Prepare to Die, os gráficos continua de Playstation 1 e 2 mais a jogabilidade no Joystick ficou muito e jogando com cheat já to bem longe. Logo logo to zerando esse RPG dos infernos. 



segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Intel e AMD juntas em 2018

Eu vivi pra ver essa união histórica no mundo da tecnologia e que certamente contarei aos meus netos. Intel e AMD se uni depois de anos de rivalidade a última vez que aconteceu algo parecido entre elas foi nos anos 80. Ambas vão se unir para combater a Nvidia e o alvo é o mercado de laptops criando chips com alto poder gráfico e computacional para aparelhos menores. Nesse caso a Intel admite que as GPUs da ATI que foi comprada pela AMD em 2006 que teve o nome ATI removido pela AMD em 2010 são melhores que suas Intel Graphics e quem consegue jogar alguma coisa com isso ? E AMD que os CPUs da rival são melhores. E em quanto os fanboys se matam as empresas se unem.


sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Relembrando Call of Duty 4 A Moderna Guerra de Fogo



Em 2007 era lançado um novo Call of Duty só que dessa vez deixava de lado a 2ª Guerra Mundial e focava de forma magistral na guerra contemporânea. a moderna guerra de fogo. com direito a tecnologia militar das mais avançada, sons de caças rasgando o céus, terroristas pra todos os lados, mira a lazer para da cabo deles, áudio de primeira, gráficos mais ainda tudo isso junto cumpria sua função de fazer o jogador se sentir numa guerra e num filme de ação.



Lembro quando joguei era uma baita emoção ver COD trazendo algo novo e repleto de ação. era adrenalina e porrada do começo ao fim que já começa de forma eletrizante abordando de helicóptero um navio tomado por terrorista. logo depois seu personagem é morto e isso acontece outra vez durante o jogo de forma que meche com o jogador.



2007 foi um ano marcante para os games de PC novas franquias como Crysis, Bioshock, e a volta de outras já consagrada como Call of Duty. os efeitos de áudio e trilha é um dos ponto a se destaca desse jogo que de forma magistral eleva a imersão a altos níveis. cada missão aborda o jogador de forma diferente e variada e variedade nas missão já é uma marca de COD.



Graficamente foi um dos mais realista da época apesar de Crysis outro FPS fantástico ofuscar a maioria dos games e demorou pra superado sendo que ater hoje ainda impressiona. mais Call of Duty 4 também era fantástico não tinha o realismo e nem parecia uma CG rodando em tempo real como Crysis mais era formidável graficamente a sim como todo resto. o uso dos efeito dava uma qualidade sensacional, alem partículas, explosões, tudo isso preenchia a tela e o prazer de jogar também. Call of Duty 4: Modern Warfare é um da queles FPS geniais que certamente esta entre os melhores e que merece ser jogado eternamente pelos amantes de um excelente Shooter. ainda mais com essa versão remasterizada.