sexta-feira, 28 de outubro de 2022

A Plague Tale: Requiem, Uma Obra de Arte Digital


Que jogo! Um estupro nós PCs de muitos jogadores que aguardavam essa sequencia do sensacional A Plague Tale: Innocence. Tudo no game é grandioso. Parece uma grande sinfonia. Uma grandiosa orquestra pôs tudo é muito bem orquestrado dentro do game. É tudo muito belo e fotorrealista. E somando com o HDR tudo fica mais lindo dentro desse jogo incrível.
Fazia um tempo que não sentia tanto prazer a sim ao jogar um game.




E não é só belo por ser belo os          gráficos do game. O game tem historia. E que historia! Profunda e comovente. Que simplesmente
predem o jogador até o fim da sua campanha que dura mais ou menos umas 11 horas de jogatina. O jogo é muito épico do começo ao fim. Sensação que estava dentro de Zelda ou de algum universo grandioso de fantasia durante as jogatinas de A Plague Tale: Requiem.

Nem tudo também é perfeito dentro do game, mas o defeitos são pequeno em comparação com todo o restante dessa obra de arte digital. Que é simplesmente incrível. Alguns pontos negativos que me incomodaram foi somente algumas vezes em que me atrapalhei com sua jogabilidade. Mas nada tão ruim a sim. Que a faça a jogabilidade do game ser ruim ou algo do tipo. Fora isso os comando são bons.



E muitos esquece de falar do áudio e dá pra entender. Nem todos dão a mesma atenção ao áudio quanto dão aos gráficos. E o áudio do game é rico, seja nós efeitos sonoros no ambiente quanto na sua trilha sonora tão grandiosa quanto seus belíssimos gráficos. 

E os dois protagonistas estão simplesmente incríveis demais nessa sequencia. Estão mais vivos. Tanto Amicia quanto Hugo. Amicia representa a força e a coragem. E Hugo a pureza e o sentimento. Ele senti demais. E isso é claro no game quando ele se desculpa por alguma coisa ou senti demais por algo. Ele também representa o poder além da pureza. Pôs vem dele a habilidade de controlar os ratos. E Amicia parece uma guerreira espartana ou viking. Ele é destemida, corajosa e valente. Uma garota incrível! E sua atuação não é nada forçada no game. Essa é sem duvida uma sequencia incrível e minha nota para A Plague Tale: Requiem é 9,8.

quarta-feira, 19 de outubro de 2022

Scorn: Um Game Lixo ou quase!

É quase um lixo por quer o game tem os seus pontos positivos. Que é sua ambientação, sua atmosferas e cenário. Mas tudo isso não é aproveitado como deveria ser. O jogo é muito chato. Começa de uma forma totalmente horrível. Com um puzzle pra lá de chato.

A primeira impressão que tive ao ver o jogo era que a historia se passaria em um mundo sobrenatural. Algo como o próprio inferno. Mas não, se passa em um planeta que tomado por toda aquela nojeira genética ou orgânico espalhada pelo cenário. É o game é muito nojento. Tudo é muito bizarro.  O game não dar informação na tela sobre o que fazer. E isso deixa o jogador perdido em meio ao game. E tudo isso proposital para causa inquietação.

Como não é um FPS puro, não espere sair pelo game como se estivesse jogando DOOM, Half-Life entre outros FPS. As armas aqui são estranhas, esquisitas e lentas que as vezes o melhor será fugir, correr para sobreviver as criaturas horrendas do game. E por falar em criatura os design dos monstros apesar de meio nojento. São até legais pôs soa de certa forma autênticos e originais. Mas é o game tenta passar uma certa autenticidade e originalidade o tempo todo.

Mas desperdiça tudo isso pôs tudo soa mal executado ou mal orquestrado. Com puzzles chatos e desnecessários. Que não são nada criativos como jogar Portal ou Half-Life 2. O protagonista também muito mal aproveitado. A historia ou a narrativa do jogo não ajuda nesse quesito. Como teria sido melhor se fosse sobre um astronautas que cai em um planeta naquela situação e tenta de tudo para sair ileso dele. E volta para sua casa sã e salvo. Em vez disso você é um cara que desperta do nada em um mundo tomado por matéria orgânica. Que por vez foi inspirados em obras de artistas como Beksinski e H.R. Giger. 

E cabe a cada jogador buscar entender o jogo tudo a sua historia, tradição e ter a sua propria interpretação da historia e do final do jogo. É triste ver que o Xbox não tem games realmente de peso para competir contra o PS5. Minha nota para o jogo é 3.


 



quinta-feira, 11 de agosto de 2022

Lego Star Wars: The Skywalker Saga, Um Presentão Para Os Fãs da Saga















Simplesmente um jogaço da franquia Star Wars. Que jogão incrível! Um dos gráficos mais belo da serie de jogos Lego. E o jogo parece que retornou a origem dos primeiros games da franquia Lego. Que eram fases rápidas e simples de fácil a acesso. E não como nós últimos jogos da franquia Lego como Lego Marvel Super Heroe, que chegou até save game manual em meio as fases.

O melhor da franquia Lego é o seu bom humor repleto de tiradas pra lá de divertidas. Tão divertido quanto na época que eles nem falavam. Incluindo no game todos os filmes. A saga Skywalker completa. É legal demais vê momentos marcantes da saga Star Wars, de uma forma diferente no jogo. E muitos dos dialogo memoráveis dos filmes estão presente no game. E infelizmente estão presente apenas alguns dos dubladores das primeiras trilogias da saga Star Wars.

As vezes não tem como não se sentir transportado para dentro dos filmes devido ao áudio maravilhoso do game. Os temas de John William, que quando toca chega a emocionar em vários momentos, principalmente quando a ação está rolando na terra. E não a como não se sentir um jedi em plena ação. E com uma placa de som de ultima geração como a AE-7 o som do game fica ainda melhor. A única coisa que me incomodou foi a mudança da mecânica de tiro que perdeu a câmera em terceira pessoa para ganhar câmera por cima do ombro toda vez que você mira e atira. Sem falar que estranhei a corrida do Episodio ser em primeira pessoa.

Mas nada que atrapalhe o quão divertido é esse novo LEGO Star Wars é sem duvida um presente muito bem merecido para os fãs de franquia Star Wars.

sexta-feira, 5 de agosto de 2022

Ghostwire: Tokyo Fantasmas Em Tóquio

Ghostwire é um jogo incrivelmente bonito. Conta com gráficos belíssimos que retrata bem a cidade de Tóquio. Reflexo refletido sobre superfícies. Os gráficos encantam e enche os olhos do jogador que se dispõem a se aventurar pelo game. Um jogo belíssimo que surpreende e muito por trazer gráficos tão belos a sim. Uma Tóquio tão viva que chega parecer real.

O áudio também é bem envolvente, trazendo mais imersão quando somado com o já imersivo gráficos do game. Claro que quem tem uma placa de som de ultima geração como eu que tenho uma Sound Blaster AE-7 terá um som ainda mais envolvente. E a jogabilidade cai perfeitamente no controle do Xbox 360 a onde preferir joga-lo. Bem melhor do quer no combo teclado e mouse. Botão de defesa, ação e os gatilhos funcionam muito bem. Jogando no teclado e mouse terá uma melhor precisão. Já que apesar de não ser um shooter é um game em primeira pessoa.

Jogo traz criaturas do folclore japonês e sua cultura. E as missões secundarias servem para esporar bairros japonês e suas residências. É visitar Tóquio sem sair de casa pra isso. As missões secundarias muitas se resumem ajudar alguns espíritos espalhados pela cidade sem poder passarem para o outro lado ou voltar para o seu corpo. A gatos e cachorros espalhados por toda a cidade e isso é muito legal. A história ou trama de Ghostwire resume em uma Tóquio em que as pessoas sumiram de repente deixando apenas suas roupas para trás. Akito o nosso protagonista acaba ficando pôs sobreviveu ao que tenha acontecido. Fica sabendo que o vilão misterioso Hannya pegou sua irmã. E tem o espirito poderoso de um investigador sobrenatural instalado no seu corpo mesmo contra a sua vontade. E é ai que nosso protagonista tem acesso a diversos poderes para exorcizar e acabar com as criaturas sobrenaturais presente no game. E os poderes são muito legais baseado nos três elementos como: fogo, agua e vento. E usá-los é muito empolgante.  

Ghostwire: Tokyo é um jogo imperdível para quem gosta de um game de qualidade com gráficos de ponta. E por trazer também uma cidade viva com suas tradições e folclore que é a cidade de Tóquio.

quarta-feira, 3 de agosto de 2022

VISAGE: Um Game das Profundezas de Umbral

Onde os desenvolvedores estavam com a cabeça ao desenvolver esse game infernal... Por trazer um atmosfera tão pesada. E trabalhar de forma muito bem trabalhada que é o teor assustador do game.

Desenvolvido e produzido pelo estúdio SadSquare Studio, localizado em Canada, mas creio que fique nas profundezas de Umbral e não lá no Canada.

Produzido com o motor gráfico Unreal Engine, o jogo traz um visual muito realista e muito convincente nesse aspecto. Pôs o realismo do jogo contribui bastante para causar pavor até nos gamers mais corajosos. Apesar de não usar API gráfica DX12, o DX11 já possibilitava gráficos foto realista nós games. VISAGE não traz nenhum visual acima de jogos de jogos de grandes estúdios e nem para competir com games AAA, mas um jogo muito bem produzido para um estúdio independente. E pelo fato de ter sido lançado por um estúdio independente é que fez o jogo ser lançado em capítulos.

Cada capitulo traz uma experiencia assustadora em termo de terror, algo que eu nunca vi em um game do gênero. Muito mais assustador do quer games como Bruxa de Blair: Rustin Parr, um survival horror lançado em 1999. Vejo varias referencia de outros jogos do gênero e ate mesmo de alguns filmes em VISAGE, jogos como Outlast, Silent Hill e filmes como Poltergeist. E são ao todo três capitulo que conta meio que a historia de cada uma das vitimas do alucinógeno. Sendo elas Lucy, Dolores e Rakan. Que se mataram devido aos problemas mentais que passaram ater devido ao alucinógeno, como ouvir ou ver coisas.

E a historia também conta com mais um capitulo que é o do protagonista, o doutor Dwayne Anderson, que mata sua família e depois cometer suicídio. E meio que retorna de volta a casa para reviver o sofrimento das vitimas que viveram na casa. Ele tinha sido recrutado a um experimento que envolvia alucinógeno secretamente usado pela CIA e eles pretendia usar na água encanada no território americano. Que acabou sendo usado em algumas residência para ver como as pessoas agiriam. Que fazia as pessoas machucar quem estiver em sua volta e a si mesmo. E a sim ele pretendiam vencer seus inimigos. E ser um dos culpado por causar mortes e sofrimentos, pesou na cabeça do protagonista, que resolve matar a própria família e a si mesmo. E se matando ele volta para um limbo, que é acordar na própria casa para reviver o sofrimento de algumas das vitimas até se perdoar.

A outra parte de VISAGE que pesa bastante é o seu áudio. O áudio do jogo é o principal responsável que faz do jogo ser tão assustador. Tendo um bom sistema de caixa de som ou um bom headset, vai ter muito desconfortos vindo do áudio do game e de seus efeitos sonoros. Que somando com sua atmosfera pavorosa de tão realista, que traz até um certo ar espiritual, principalmente depois que você entender ou passa a conhecer a historia do jogo. E ver que o protagonista não está vivo e sim morto; e pagando pelo seus pecados na buscar por sua redenção. VISAGE é um ótimo jogo pra quem gosta de terror, de um bom desafio e de finalizar um bom game. 

sexta-feira, 15 de julho de 2022

Home Theater Medonho da LG Não Comprem!

A LG acaba de lançar um dos aparelhos mais medonho que já vi. Misturando mini system com home theater, para a sim ressuscitar os extintos home theaters com player de DVD ou Blu-Ray, sem o trabalho de ter caixas espalhadas pela sala ou quarto.

Mas por quer esse bagulho é um lixo desnecessário? Simplesmente por lançar um troço desse com apenas canais estéreo, contando somente com Dolby Digital e nem mesmo tiveram o trabalho de equipar um codec DTS no aparelho. E tecnologias mais recentes de áudio para filmes como DTS-X e Dolby Atmos, com alto-falantes jogando o som por teto. E um leitor de Blu-Ray ou melhor nem precisaria de mídia física e quem ainda compra DVD e até mesmo Blu-Ray... além dos colecionadores?

E enquanto isso a LG, a sim como as outras empresas, focam todos os recursos disponíveis para áudio de filmes em soundbars. Além disso DVD não se compara em qualidade com Blu-ray disc. Devia era ter lançado soundbars com caixas frontais separadas e traseiras para temos maior envolvimentos em filmes e também os bons e velhos 5.1 equipados com Atmos e DTS X. Fora isso esse sistema não serve para passar uma experiência de cinema. E o pior de tudo chegando a custar quase 3 mil reais. Sendo que uma soundbar estéreo ou um dvd player usado em conjunto com um bom mini system, trariam a mesma experiência desse sistema e até mesmo melhor. Valeria apena se custasse menos de 500 reais e não 3 mil.


quarta-feira, 15 de junho de 2022

Far Cry 6 Cadê As Abelhas, Caralho!


 








Um mundo sem abelha é inacreditável e só por isso o sexto capitulo não leve de mim uma nota mais alta. O sexto jogo da franquia vez trazendo a boa formula de antes presente desde do segundo jogo. Ou seja um vasto mundo aberto com um mapa cada vez maior para ser explorado. Muita ação e adrenalina, mas o segundo jogo quase não tinha cutscenes. Era tudo muito direto e reto.



 







Os gráficos continua belíssimos, mas nada tão extraordinários ao que já foi visto nós games anteriores como Far Cry 4 que já apresentava gráficos soberbos. Mas sim os gráficos são um pouco melhores, mas não muito. E afinal das contas a API usada dessa vez é o DX12, ate que fim Far Cry largou o DX11. E isso trouxe um pouco de melhorias em sombras e luz. Um pouco mais de realismo e suavidade em relação aos dois últimos jogos da franquia. Mas não espere nada muito além disso.











O no primeiro momento algo me causou estranhamente e foi a física pôs ela não nada realista no que diz respeito ao impacto ou ação causada por disparo de armas de fogo em pessoas. Cheguei a mirar e atirar com um rifle duas vezes na cabeça dos soldados inimigos e simplesmente não derruba o cara de primeira. E mesmo que seus inimigos no jogo estejam encouraçado era pra um tiro de arma de fogo ter muito mais efeito. Mesmo que o jogo ofereça aprimoramento de armas como balas mais fortes e a sim eu passei conseguir efetuar headshot. Mas mesmo aprimorando as armas as vezes você vai precisar mais de um tiro para derrubar o seu inimigo.











O som do jogo é uma maravilha a parte para quem conta com uma boa placa de som como no meu caso que tenho uma Sound Blaster AE-7 somando com um bom e velho HT-F550K da Sansung. Os sons dos disparos, projetos e a emersão causada pelo som multicanal do jogo é bem convincente e deixa a ação do jogo muito mais impactante e eletrizante. Está no meio da floresta com os sons vindo de todos os lados me transporta para o meio da natureza. E meio que me sinto que um perdido na selva.











Com uma historia que se passa na ilha de Yara, que foi inspirada em Cuba, em uma busca por revolução e liberdade. O jogo traz a mesma formula divertida e empolgante dos capítulos anteriores a onde faz você se sentir uma maquina da guerra, mas com um visual mais lapidado e nítido do quer os seus irmãos mais velhos. E som mais aprimorado, mas o jogo carrega algumas falhas na física e bugs como na demora estranha que certos lugares leva para ser conquistado. Você já eliminou todas as ameaças, mas mesmo a sim o jogo fica parado sem da andamento na conquista de território. Fora isso e por ter eliminado as abelhas esse Far Cry não leva uma nota maior que 9 de mim.