Fazia um tempo que não sentia tanto prazer a sim ao jogar um game.
sexta-feira, 28 de outubro de 2022
A Plague Tale: Requiem, Uma Obra de Arte Digital
Fazia um tempo que não sentia tanto prazer a sim ao jogar um game.
quarta-feira, 19 de outubro de 2022
Scorn: Um Game Lixo ou quase!
A primeira impressão que tive ao ver o jogo era que a historia se passaria em um mundo sobrenatural. Algo como o próprio inferno. Mas não, se passa em um planeta que tomado por toda aquela nojeira genética ou orgânico espalhada pelo cenário. É o game é muito nojento. Tudo é muito bizarro. O game não dar informação na tela sobre o que fazer. E isso deixa o jogador perdido em meio ao game. E tudo isso proposital para causa inquietação.
Como não é um FPS puro, não espere sair pelo game como se estivesse jogando DOOM, Half-Life entre outros FPS. As armas aqui são estranhas, esquisitas e lentas que as vezes o melhor será fugir, correr para sobreviver as criaturas horrendas do game. E por falar em criatura os design dos monstros apesar de meio nojento. São até legais pôs soa de certa forma autênticos e originais. Mas é o game tenta passar uma certa autenticidade e originalidade o tempo todo.
Mas desperdiça tudo isso pôs tudo soa mal executado ou mal orquestrado. Com puzzles chatos e desnecessários. Que não são nada criativos como jogar Portal ou Half-Life 2. O protagonista também muito mal aproveitado. A historia ou a narrativa do jogo não ajuda nesse quesito. Como teria sido melhor se fosse sobre um astronautas que cai em um planeta naquela situação e tenta de tudo para sair ileso dele. E volta para sua casa sã e salvo. Em vez disso você é um cara que desperta do nada em um mundo tomado por matéria orgânica. Que por vez foi inspirados em obras de artistas como Beksinski e H.R. Giger.
E cabe a cada jogador buscar entender o jogo tudo a sua historia, tradição e ter a sua propria interpretação da historia e do final do jogo. É triste ver que o Xbox não tem games realmente de peso para competir contra o PS5. Minha nota para o jogo é 3.
quinta-feira, 11 de agosto de 2022
Lego Star Wars: The Skywalker Saga, Um Presentão Para Os Fãs da Saga
sexta-feira, 5 de agosto de 2022
Ghostwire: Tokyo Fantasmas Em Tóquio
O áudio também é bem envolvente, trazendo mais imersão quando somado com o já imersivo gráficos do game. Claro que quem tem uma placa de som de ultima geração como eu que tenho uma Sound Blaster AE-7 terá um som ainda mais envolvente. E a jogabilidade cai perfeitamente no controle do Xbox 360 a onde preferir joga-lo. Bem melhor do quer no combo teclado e mouse. Botão de defesa, ação e os gatilhos funcionam muito bem. Jogando no teclado e mouse terá uma melhor precisão. Já que apesar de não ser um shooter é um game em primeira pessoa.
Jogo traz criaturas do folclore japonês e sua cultura. E as missões secundarias servem para esporar bairros japonês e suas residências. É visitar Tóquio sem sair de casa pra isso. As missões secundarias muitas se resumem ajudar alguns espíritos espalhados pela cidade sem poder passarem para o outro lado ou voltar para o seu corpo. A gatos e cachorros espalhados por toda a cidade e isso é muito legal. A história ou trama de Ghostwire resume em uma Tóquio em que as pessoas sumiram de repente deixando apenas suas roupas para trás. Akito o nosso protagonista acaba ficando pôs sobreviveu ao que tenha acontecido. Fica sabendo que o vilão misterioso Hannya pegou sua irmã. E tem o espirito poderoso de um investigador sobrenatural instalado no seu corpo mesmo contra a sua vontade. E é ai que nosso protagonista tem acesso a diversos poderes para exorcizar e acabar com as criaturas sobrenaturais presente no game. E os poderes são muito legais baseado nos três elementos como: fogo, agua e vento. E usá-los é muito empolgante.
Ghostwire: Tokyo é um jogo imperdível para quem gosta de um game de qualidade com gráficos de ponta. E por trazer também uma cidade viva com suas tradições e folclore que é a cidade de Tóquio.
quarta-feira, 3 de agosto de 2022
VISAGE: Um Game das Profundezas de Umbral
Desenvolvido e produzido pelo estúdio SadSquare Studio, localizado em Canada, mas creio que fique nas profundezas de Umbral e não lá no Canada.
Produzido com o motor gráfico Unreal Engine, o jogo traz um visual muito realista e muito convincente nesse aspecto. Pôs o realismo do jogo contribui bastante para causar pavor até nos gamers mais corajosos. Apesar de não usar API gráfica DX12, o DX11 já possibilitava gráficos foto realista nós games. VISAGE não traz nenhum visual acima de jogos de jogos de grandes estúdios e nem para competir com games AAA, mas um jogo muito bem produzido para um estúdio independente. E pelo fato de ter sido lançado por um estúdio independente é que fez o jogo ser lançado em capítulos.
Cada capitulo traz uma experiencia assustadora em termo de terror, algo que eu nunca vi em um game do gênero. Muito mais assustador do quer games como Bruxa de Blair: Rustin Parr, um survival horror lançado em 1999. Vejo varias referencia de outros jogos do gênero e ate mesmo de alguns filmes em VISAGE, jogos como Outlast, Silent Hill e filmes como Poltergeist. E são ao todo três capitulo que conta meio que a historia de cada uma das vitimas do alucinógeno. Sendo elas Lucy, Dolores e Rakan. Que se mataram devido aos problemas mentais que passaram ater devido ao alucinógeno, como ouvir ou ver coisas.
E a historia também conta com mais um capitulo que é o do protagonista, o doutor Dwayne Anderson, que mata sua família e depois cometer suicídio. E meio que retorna de volta a casa para reviver o sofrimento das vitimas que viveram na casa. Ele tinha sido recrutado a um experimento que envolvia alucinógeno secretamente usado pela CIA e eles pretendia usar na água encanada no território americano. Que acabou sendo usado em algumas residência para ver como as pessoas agiriam. Que fazia as pessoas machucar quem estiver em sua volta e a si mesmo. E a sim ele pretendiam vencer seus inimigos. E ser um dos culpado por causar mortes e sofrimentos, pesou na cabeça do protagonista, que resolve matar a própria família e a si mesmo. E se matando ele volta para um limbo, que é acordar na própria casa para reviver o sofrimento de algumas das vitimas até se perdoar.
A outra parte de VISAGE que pesa bastante é o seu áudio. O áudio do jogo é o principal responsável que faz do jogo ser tão assustador. Tendo um bom sistema de caixa de som ou um bom headset, vai ter muito desconfortos vindo do áudio do game e de seus efeitos sonoros. Que somando com sua atmosfera pavorosa de tão realista, que traz até um certo ar espiritual, principalmente depois que você entender ou passa a conhecer a historia do jogo. E ver que o protagonista não está vivo e sim morto; e pagando pelo seus pecados na buscar por sua redenção. VISAGE é um ótimo jogo pra quem gosta de terror, de um bom desafio e de finalizar um bom game.
sexta-feira, 15 de julho de 2022
Home Theater Medonho da LG Não Comprem!
quarta-feira, 15 de junho de 2022
Far Cry 6 Cadê As Abelhas, Caralho!
Um mundo sem abelha é inacreditável e só por isso o sexto capitulo não leve de mim uma nota mais alta. O sexto jogo da franquia vez trazendo a boa formula de antes presente desde do segundo jogo. Ou seja um vasto mundo aberto com um mapa cada vez maior para ser explorado. Muita ação e adrenalina, mas o segundo jogo quase não tinha cutscenes. Era tudo muito direto e reto.
Os gráficos continua belíssimos, mas nada tão extraordinários ao que já foi visto nós games anteriores como Far Cry 4 que já apresentava gráficos soberbos. Mas sim os gráficos são um pouco melhores, mas não muito. E afinal das contas a API usada dessa vez é o DX12, ate que fim Far Cry largou o DX11. E isso trouxe um pouco de melhorias em sombras e luz. Um pouco mais de realismo e suavidade em relação aos dois últimos jogos da franquia. Mas não espere nada muito além disso.
O no primeiro momento algo me causou estranhamente e foi a física pôs ela não nada realista no que diz respeito ao impacto ou ação causada por disparo de armas de fogo em pessoas. Cheguei a mirar e atirar com um rifle duas vezes na cabeça dos soldados inimigos e simplesmente não derruba o cara de primeira. E mesmo que seus inimigos no jogo estejam encouraçado era pra um tiro de arma de fogo ter muito mais efeito. Mesmo que o jogo ofereça aprimoramento de armas como balas mais fortes e a sim eu passei conseguir efetuar headshot. Mas mesmo aprimorando as armas as vezes você vai precisar mais de um tiro para derrubar o seu inimigo.
O som do jogo é uma maravilha a parte para quem conta com uma boa placa de som como no meu caso que tenho uma Sound Blaster AE-7 somando com um bom e velho HT-F550K da Sansung. Os sons dos disparos, projetos e a emersão causada pelo som multicanal do jogo é bem convincente e deixa a ação do jogo muito mais impactante e eletrizante. Está no meio da floresta com os sons vindo de todos os lados me transporta para o meio da natureza. E meio que me sinto que um perdido na selva.
Com uma historia que se passa na ilha de Yara, que foi inspirada em Cuba, em uma busca por revolução e liberdade. O jogo traz a mesma formula divertida e empolgante dos capítulos anteriores a onde faz você se sentir uma maquina da guerra, mas com um visual mais lapidado e nítido do quer os seus irmãos mais velhos. E som mais aprimorado, mas o jogo carrega algumas falhas na física e bugs como na demora estranha que certos lugares leva para ser conquistado. Você já eliminou todas as ameaças, mas mesmo a sim o jogo fica parado sem da andamento na conquista de território. Fora isso e por ter eliminado as abelhas esse Far Cry não leva uma nota maior que 9 de mim.
