
A
trama do jogo é linear e bem interessante, que acaba aumentando a satisfação ao
jogar o game. Dois irmãos, uma adolescente e seu irmão criança, fugindo de
templários malignos movidos pela a inquisição e por ratos diabólicos. Numa
época em que vidas humanas eram perseguidas pela peste bubônicas e ratos sanguinários.
Agora
sim vou falar da parte que mais me interessar que é sobre jogar o game. Os
gráficos por exemplo são belíssimos, é tudo muito belo e vivo. Seria melhor se
tivesse sido feito sobre a API DX12. A textura da pele dos personagens, os
detalhes nas roupas, sombras, mas o que mais me impressionou foi o reflexo
sobre o cabelo da Amicia, é muito realista.
Jogabilidade
também é fácil de aprender, tanto que logo depois eu já não queria mais soltar
o joystick das minhas mãos. O jogo conta com vários momentos rápidos de
furtividade, além de mesclar muito bem momentos de horror e de suspense. Alguns
detalhes como o de Hugo ao soltar e voltar a segurar a mão da irmã é muito bem
feito.
E
para encerrar, vou falar da inteligência artificial do jogo, que é uma das mais
burra que já vi em um jogo eletrônico. Com isso também o jogo se torna mais acessível,
ou seja, fácil. Chega ser cômico a inteligência artificial dos inimigos, que dificilmente
lhe nota nos momentos de furtividade do jogo. Houve um momento em que Amicia,
Hugo e mãe, estavam agachados de frente para um guarda e o guarda não os viu. Fora
isso, A Plague Tale Innocence, é um jogo imperdível principalmente para PCs,
que anda tão saturados de jogos onlines.



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