quinta-feira, 16 de maio de 2019

A Plague Tale: Innocence um jogo com templários sinistros e ratos diabólicos




A trama do jogo é linear e bem interessante, que acaba aumentando a satisfação ao jogar o game. Dois irmãos, uma adolescente e seu irmão criança, fugindo de templários malignos movidos pela a inquisição e por ratos diabólicos. Numa época em que vidas humanas eram perseguidas pela peste bubônicas e ratos sanguinários.












Agora sim vou falar da parte que mais me interessar que é sobre jogar o game. Os gráficos por exemplo são belíssimos, é tudo muito belo e vivo. Seria melhor se tivesse sido feito sobre a API DX12. A textura da pele dos personagens, os detalhes nas roupas, sombras, mas o que mais me impressionou foi o reflexo sobre o cabelo da Amicia, é muito realista.













Jogabilidade também é fácil de aprender, tanto que logo depois eu já não queria mais soltar o joystick das minhas mãos. O jogo conta com vários momentos rápidos de furtividade, além de mesclar muito bem momentos de horror e de suspense. Alguns detalhes como o de Hugo ao soltar e voltar a segurar a mão da irmã é muito bem feito.












E para encerrar, vou falar da inteligência artificial do jogo, que é uma das mais burra que já vi em um jogo eletrônico. Com isso também o jogo se torna mais acessível, ou seja, fácil. Chega ser cômico a inteligência artificial dos inimigos, que dificilmente lhe nota nos momentos de furtividade do jogo. Houve um momento em que Amicia, Hugo e mãe, estavam agachados de frente para um guarda e o guarda não os viu. Fora isso, A Plague Tale Innocence, é um jogo imperdível principalmente para PCs, que anda tão saturados de jogos onlines.







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