segunda-feira, 20 de maio de 2019

RAGE 2 É Testosterona Caralho!



RAGE foi experiência mais Mad Max, que já tive em um game. Nos entregavam um mundo pôs apocalíptico, com gráficos soberbos e áudio de ponta. Era tudo muito imersivo, tínhamos a sensação de exploração ou de mundo aberto, mas não era um jogo de tiro com mundo aberto. RAGE 1 era um jogo bem linear, direto e reto ao ponto e muito divertido para os fãs do gênero.













RAGE volta no seu segundo jogo, mais insano do quer nunca, com a típica adrenalina dos FPS de outrora como: DOOM, QUAKE, UNREAL, SERIUS SAM, entre outros. E esse ar de nostalgia está presente no jogo, em um mata, mata acéfalo, sem freios e sem precedente. A onde é legal ainda estourar tunes de gasosa e manda tudo pelos areis, inclusive os inimigos.




Os gráficos são belíssimos, movidos pela API VULKAN, o resultado é gráficos incríveis e muito bem otimizados. Chegando até mesmo a roda em 4K, numa configuração com um FX8350 + GTX1070 + 16GB. A qualidade de áudio também é muito envolvente e imersiva, basta um bom headset ou home theater, que vai se sentir envolvido pela atmosfera do jogo.











A jogabilidade também é excepcional e precisa, qualquer coisa basta configurar ao seu modo. Como eu que adicionei o botão 7 do mouse, para a esquiva do personagem, além do botão padrão que é Ctrl, que é o padrão no jogo.












Os veículos continuar insanos, a muitas variedades deles e de armas, mas faltou uma visão em primeira pessoa de dentro dos carros. O mundo aberto do jogo tem muitas missões ou objetivos secundários; e muitos lugares para explorar, o que aumenta um pouco o fator replay do jogo. RAGE 2 é um FPS insano, que transpira o cheiro de adrenalina e testosterona dos bons e velhos FPS de outrora.

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