
RAGE
foi experiência mais Mad Max, que já tive em um game. Nos entregavam um mundo pôs
apocalíptico, com gráficos soberbos e áudio de ponta. Era tudo muito imersivo, tínhamos
a sensação de exploração ou de mundo aberto, mas não era um jogo de tiro com
mundo aberto. RAGE 1 era um jogo bem linear, direto e reto ao ponto e muito
divertido para os fãs do gênero.
RAGE
volta no seu segundo jogo, mais insano do quer nunca, com a típica adrenalina
dos FPS de outrora como: DOOM, QUAKE, UNREAL, SERIUS SAM, entre outros. E esse
ar de nostalgia está presente no jogo, em um mata, mata acéfalo, sem freios e
sem precedente. A onde é legal ainda estourar tunes de gasosa e manda tudo
pelos areis, inclusive os inimigos.

Os
gráficos são belíssimos, movidos pela API VULKAN, o resultado é gráficos incríveis
e muito bem otimizados. Chegando até mesmo a roda em 4K, numa configuração com
um FX8350 + GTX1070 + 16GB. A qualidade de áudio também é muito envolvente e
imersiva, basta um bom headset ou home theater, que vai se sentir envolvido
pela atmosfera do jogo.
A
jogabilidade também é excepcional e precisa, qualquer coisa basta configurar
ao seu modo. Como eu que adicionei o botão 7 do mouse, para a esquiva do personagem,
além do botão padrão que é Ctrl, que é o padrão no jogo.
Os
veículos continuar insanos, a muitas variedades deles e de armas, mas faltou uma
visão em primeira pessoa de dentro dos carros. O mundo aberto do jogo tem
muitas missões ou objetivos secundários; e muitos lugares para explorar, o que
aumenta um pouco o fator replay do jogo. RAGE 2 é um FPS insano, que transpira o cheiro de adrenalina e testosterona dos bons e velhos FPS de outrora.



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