sexta-feira, 31 de outubro de 2025
Cheats Insanos Para Dragon Ball: Advanced Adventure do GBA
0000C4D0 000A
1010BFB0 0007
Vidas infinitas
32029F36 0063
Barra super infinita
8202064A 0400
Barra de energia no maximo
82020648 04FF
Sangue infinito
82020646 04FF
Invencivel
32020658 0002
Poder invencivel
32020650 00FF
Kamehameha Carregado
8202064C 0800
Pontuaçao maxima
82020660 E0FF
82020662 05F5
Mega pulo
74000130 03FE
820205CE FC00
modificar personagem (nota)
3202066A 00??
Walk At Dashing Speed
720205A8 0005
320205A8 0015
720205A8 0004
320205A8 0014
tenha todos s itens
42029F58 FFFF
00000004 0002
todas as opções aberta
42029F50 FFFF
00000004 0002
82029F70 FFFF
82029F72 FFFF
1-On-1 Fight codigos
Infinite Health
82029986 04FF
Barra guarda inf
32029988 0011
Kamehameha carregado
8202998E 0400
Barra super infinita
8202998C 0400
Dígitos para modificar personagem
00 - Gokou
01 - Klylin
02 - Yamucha*
03 - Touzokuguma (Bear Thief)
04 - Red Ribbon Android
05 - Murasaki (The Ninja)
06 - Robot Pirate (Submarine Cave)
07 - Blue Shogun
08 - Emperor Pilaf (Short Mecha Suit)
09 - Shuu (Tall Mecha Suit)
0A - Advisor Black in Red Ribbon Battle Jacket
0B - Oolong (Bat/Rocket)
0C - Akkuman (Obaba's Lair)*
0D - Tamberine
0E - Drum
0F - Juckie Chun*
10 - Tenshinhan*
11 - Chaozu*
12 - Son Gohan*
13 - Piccolo Daimou*
14 - Taopaipai*
15 - Giran*
16 - Nam*
17 - Pteradon (Extremely Broken)
18 - Pig Bandit (Sword)
19 - Red Ribbon Army Soldier
1A - Wolf
1B - Small Sentry Robot
1C - Flying Sentry Camera
1D - Piccolo Creature
Nota: Ao usar este codigo o jogo pode apresentar alguns bugs com a paleta de cores ou movimentação
* Modo batalha livre
segunda-feira, 27 de outubro de 2025
Mercado de PCs Gamer Dispara: Vendas de Hardware Crescem 35% e Ultrapassam US$ 44,5 Bilhões em 2025
O impacto do Windows 11 e dos novos jogos
A forte expansão do setor está diretamente ligada ao ciclo de atualização de hardware impulsionado pelo Windows 11. Pela primeira vez, a Microsoft impôs requisitos mínimos que forçaram a substituição de processadores inteiros, não apenas de placas de vídeo.
“Nunca antes na história do sistema operacional Windows houve uma exigência tão ampla de migração de hardware. Mais de 100 milhões de jogadores precisarão de novos processadores, o que também implica trocar placa-mãe e memória RAM”,
explica Ted Pollak, analista sênior da JPR.
O fenômeno coincidiu com o avanço de títulos desenvolvidos em engines de nova geração, como a Unreal Engine 5, que exigem recursos gráficos e desempenho computacional muito mais robustos. O resultado foi uma corrida por máquinas mais poderosas, tanto em computadores pré-montados quanto em montagens personalizadas feitas por entusiastas.
Mudança no perfil dos jogadores
O relatório aponta uma transformação significativa no perfil dos consumidores. O mercado de entrada — voltado a PCs mais acessíveis — deve encolher cerca de 13% nos próximos cinco anos, à medida que parte do público migra para consoles, dispositivos móveis e portáteis.
Ainda assim, muitos jogadores permanecerão no ecossistema dos computadores, subindo de categoria. Segundo uma enquete do site Wccftech, 36% dos participantes afirmaram usar GPUs acima de US$ 1.000, classificadas como “Ultra Enthusiast”.
Entre os processadores, a faixa intermediária (US$ 150 a US$ 249) ainda domina com 27% de participação, mas há crescimento constante dos modelos topo de linha, impulsionando o ticket médio de compra.
De entry-level ao entusiasta: o novo ciclo de atualização
Historicamente, os jogadores de entrada costumam atualizar suas máquinas a cada dois a quatro anos. Esse ciclo, aliado às novas exigências técnicas, está acelerando a substituição de GPUs básicas e CPUs intermediárias por componentes de maior desempenho.
Embora o volume de vendas ainda seja mais expressivo no segmento de baixo custo, é nas configurações de alto desempenho que os fabricantes obtêm margens de lucro mais altas e justificam novas linhas premium. Essa dinâmica mantém o setor vibrante, mesmo com parte do público migrando para outras plataformas.
Perspectivas até 2028
As projeções da Jon Peddie Research indicam que o faturamento global do setor deve se manter entre US$ 44 e US$ 46 bilhões até o final da década. O ritmo será sustentado por dois pilares:
Jogos cada vez mais exigentes, que continuarão a impulsionar upgrades de GPU e CPU;
Mudanças de sistema operacional, como as do Windows 11, que estimulam a renovação de plataformas inteiras.
Com isso, o PC gamer segue como o coração tecnológico do ecossistema dos jogos. Seja por meio de máquinas pré-montadas ou projetos personalizados, o investimento em hardware de ponta deve continuar crescendo — impulsionando inovações, performance e a busca incessante pela melhor experiência gamer possível.
segunda-feira, 20 de outubro de 2025
Rockstar Games e fãs de Red Dead Redemption 2 prestam homenagem a D’Angelo, voz de “Unshaken”
Músico, considerado um “titã do soul”, faleceu aos 50 anos; faixa icônica eternizou sua conexão com o universo dos games.
O mundo da música e dos videogames se uniu em luto nesta semana. O cantor e compositor D’Angelo, responsável pela marcante faixa “Unshaken”, de Red Dead Redemption 2, faleceu na última terça-feira (14) após uma batalha contra o câncer. A notícia comoveu fãs e artistas de todo o mundo, que prestaram homenagens ao artista nas redes sociais.
Em comunicado oficial, a Rockstar Games — desenvolvedora do jogo — descreveu D’Angelo como “um verdadeiro titã do soul”, destacando sua contribuição inesquecível para o universo de Red Dead Redemption 2:
“Nós somos eternamente gratos por sua faixa Unshaken, que ficará para sempre como parte do legado de Red Dead Redemption 2”, escreveu o estúdio em suas redes.
Lançada em 2018, Unshaken encerra a campanha principal do aclamado jogo, marcando um dos momentos mais emocionantes da jornada de Arthur Morgan. A música ultrapassa 55 milhões de reproduções no Spotify e é considerada uma das canções mais impactantes já feitas para um game.
D’Angelo, vencedor de quatro prêmios Grammy, lançou três álbuns ao longo da carreira, sendo Black Messiah (2014) o último. A faixa de Red Dead Redemption 2 acabou se tornando uma de suas derradeiras composições.
Uma paixão pelos games
O envolvimento do músico com o projeto surgiu de forma espontânea. Fã assumido de videogames, D’Angelo chegou a visitar os estúdios da Rockstar durante o desenvolvimento de Red Dead Redemption 2. Segundo Ivan Pavlovich, diretor de música e áudio do estúdio, o cantor apareceu de madrugada para simplesmente jogar.
“Nós nem estávamos falando sobre fazer música”, contou Pavlovich em entrevista à Rolling Stone em 2018. “Ele chegava à meia-noite e jogava até as quatro da manhã. Cada vez ele dizia: ‘É incrível’. Nunca vi ninguém tão animado.”
O entusiasmo do artista levou Pavlovich a convidá-lo para contribuir com a trilha sonora — e o resultado foi uma das canções mais lembradas da história dos videogames modernos.
Legado eterno
Desde o anúncio de sua morte, músicos e celebridades como Beyoncé, Lauryn Hill, Nile Rodgers, Flavor Flav e Doja Cat manifestaram pesar e lembraram a importância de D’Angelo para o soul contemporâneo.
Jogadores também inundaram fóruns e redes sociais com mensagens emocionadas, relembrando o impacto de Unshaken nas cenas finais do jogo.
“Não consigo pensar em Red Dead Redemption 2 sem Unshaken”, escreveu um fã. “Essa música transformou o jogo em algo muito além de entretenimento.”
Outro jogador comentou:
“Minha música favorita de videogame de todos os tempos. Descanse em paz, D’Angelo. Essa canção sempre fará parte de mim.”
Com sua voz marcante e presença única, D’Angelo deixa um legado que ultrapassa a música — eternizado também nos corações dos jogadores que viveram, ao som de Unshaken, uma das experiências mais emocionantes da história dos games.
sábado, 18 de outubro de 2025
🎧 Sound Blaster RE:Imagine — O Reboot da Sound Blaster e A Possível Volta do Áudio 3D Via Hardware
O lendário nome Sound Blaster está prestes a renascer em grande estilo com o Sound Blaster RE:Imagine, um projeto que promete unir passado e futuro da tecnologia de áudio em um único ecossistema.
O teaser divulgado pela marca apresenta um papagaio pixelado, mascote clássico dos tempos de Dr. Sbaitso e do lendário Talking Parrot, acompanhados da frase provocante:
“It’s Back. From the original creators. Reimagined for the next decade.”
E não é só nostalgia. A descrição oficial dá uma boa pista do que vem aí:
“Introducing the reimagined Sound Blaster:
• Part audio hub
• Part modular controller
• Part retro throwback (Dr. Sbaitso & talking parrot are back, now with AI!)
Not just a sound card or DAC... Upgrade your sound today!”
🔊 Mais que uma placa de som — um ecossistema completo
Ao que tudo indica, o RE:Imagine não será apenas uma placa PCIe tradicional. A Creative parece estar preparando um conjunto modular, com hardware físico, controles dedicados e integração direta com software e IA.
Ainda assim, há praticamente a confirmação de que haverá uma nova placa de som no pacote, mantendo a tradição que fez a marca famosa.
Mas o ponto mais empolgante é a ambição da Creative de trazer o áudio 3D de volta às engines modernas. Isso pode significar uma nova API ou SDK para Unreal Engine, Unity, FMOD ou Wwise, revitalizando o antigo legado EAX (Environmental Audio Extensions) em um formato totalmente atual. Se isso se concretizar, o Sound Blaster RE:Imagine pode redefinir o áudio imersivo nos games.
🤖 Nostalgia com IA
E sim, os clássicos Dr. Sbaitso e o Talking Parrot estão de volta — agora alimentados por inteligência artificial. A ideia é transformar essas figuras icônicas dos anos 90 em assistentes de áudio inteligentes, talvez capazes de interagir com o usuário, controlar mixagens ou até gerar vozes e efeitos por IA.
⚙️ Uma reimaginação de legado
O nome “RE:Imagine” parece bem escolhido. A Creative promete algo que honra o legado das Sound Blaster — desde as primeiras 8-bit até as potentes AE-7 e AE-9 —, mas mirando na próxima década.
Se entregar o que promete, o novo Sound Blaster poderá unir o melhor dos dois mundos: o carisma do passado e o poder da tecnologia moderna.
💭 Resumo:
O Sound Blaster RE:Imagine pode ser:
-
Uma nova placa de som dedicada,
-
Um hub modular de áudio,
-
Um controlador físico,
-
Um assistente inteligente com IA,
-
E o renascimento do áudio 3D para a nova geração de jogos.
A Creative parece pronta para algo grande — e, pela primeira vez em muito tempo, os fãs de áudio de PC têm motivos reais para empolgação.
🔗 Sign up. Be the first to know.
Afinal, quando o papagaio da Creative fala… é porque vem barulho bom por aí. 🦜🎶
Hideo Kojima vê a IA como parceira criativa no desenvolvimento de jogos
Após encantar o público brasileiro durante sua passagem pela Brasil Game Show (BGS), Hideo Kojima voltou aos holofotes da indústria de games — desta vez, por conta de uma entrevista à revista Wired, na qual compartilhou sua visão sobre o papel da inteligência artificial (IA) no desenvolvimento de jogos. O criador de clássicos como Metal Gear Solid e Death Stranding defendeu uma abordagem equilibrada: para ele, a IA é uma ferramenta poderosa, mas jamais deve substituir o toque humano que dá alma às criações.
IA como aliada, não substituta
Kojima explicou que já utiliza a inteligência artificial em seus projetos, principalmente em processos repetitivos e mecânicos. A ideia é otimizar tempo e recursos sem interferir na essência criativa do trabalho.
“Muitas pessoas usam a IA no trabalho criativo para encontrar ideias, mas penso nela mais como uma amiga”, afirmou o diretor. “Desde que estou na indústria digital, eu faço a parte criativa e uso a IA para aumentar a eficiência.”
O japonês vê a tecnologia como uma parceira de criação, e não apenas uma ferramenta fria. Seu objetivo é construir um futuro em que humanos e máquinas possam trabalhar lado a lado.
“Gostaria que a IA gerisse as tarefas repetitivas que reduzem custos e tempo. Vejo um futuro em que estarei um passo à frente, criando junto com a IA.”
Um debate em expansão
As declarações de Kojima chegam em meio a discussões intensas sobre o impacto da IA em áreas criativas. Enquanto alguns temem que a automação acabe substituindo artistas, roteiristas e designers, outros acreditam que o uso consciente da tecnologia pode libertar os criadores das tarefas mais técnicas, permitindo que se concentrem no que realmente importa: a inovação.
Nos jogos eletrônicos, a IA já começa a desempenhar papéis importantes — desde o aprimoramento do comportamento de NPCs até o avanço no realismo gráfico. Mesmo assim, Kojima faz um alerta: delegar demais à inteligência artificial pode colocar em risco a originalidade, um elemento essencial para experiências marcantes.
“Eu lideraria a parte criativa e usaria a IA para aumentar a eficiência”, reforçou. “Gostaria que ela lidasse com as tarefas tediosas, cocriando comigo, em vez de apenas ser utilizada.”
A visão de um criador que sempre olhou para o futuro
Conhecido por sua visão futurista e por explorar temas filosóficos e tecnológicos em seus jogos, Hideo Kojima mostra mais uma vez estar à frente do tempo. Ele não teme a IA — pelo contrário, vê nela uma parceira indispensável para os próximos capítulos da indústria.
No fim, sua mensagem é clara: a inteligência artificial pode ajudar a moldar o futuro dos games, mas o coração da criação continuará batendo no mesmo lugar — na mente humana.
#HideoKojima #IA #DesenvolvimentoDeJogos #BGS #Tecnologia #Wired #GameDev
Chris Stockman teme que Gabe Newell possa vender o Steam no futuro
De acordo com Stockman, o fato de o Steam ser uma empresa privada dá a Gabe total liberdade para decidir o destino da plataforma — o que, segundo ele, poderia incluir uma eventual aposentadoria ou até mesmo a venda da loja digital.
“Acho que, se a Valve for comprada pela Microsoft ou por outra empresa desse tipo, você definitivamente deveria se preocupar com isso. Não sei se ele tem filhos ou qual seria a estratégia de sucessão nesse tipo de situação, mas acho que qualquer coisa pode acontecer. Em algum momento, como a empresa é privada, o Gabe poderia simplesmente acordar um dia e dizer: ‘Quer saber? Dane-se isso. Estou fora, vou cuidar da minha vida’.”
Stockman afirmou ainda que, caso o Steam fosse vendido, a Microsoft seria a principal candidata à compra — algo que ele considera preocupante.
“Se a Microsoft comprasse o Steam, meu Deus, eu não acho que seria uma sentença de morte imediata, mas acredito que seria uma espiral lenta em direção ao fim”, declarou.
Para o desenvolvedor, uma transação desse tipo mudaria drasticamente o cenário dos jogos para PC. O Steam domina o mercado de distribuição digital há duas décadas e, por ser uma empresa independente, conseguiu manter uma postura livre de pressões corporativas.
Stockman também comentou sobre a possibilidade real dessa venda acontecer:
“Acho que isso poderia acontecer? Diria que há 60-40% de chance. Eles não precisam de dinheiro. São mais ricos do que poderiam imaginar. Mas qualquer coisa pode acontecer”, concluiu.
A fala de Chris Stockman reacende uma discussão importante sobre o futuro do Steam e a sucessão de Gabe Newell, cuja visão moldou grande parte do ecossistema moderno dos jogos para PC.
📄 Fonte: Esports Insiders
quinta-feira, 16 de outubro de 2025
🎮 Mulheres dominam o game no Brasil!
Um novo relatório divulgado pela Entertainment Software Association (ESA) revelou uma virada importante no mundo dos games: as mulheres já representam mais da metade dos jogadores no Brasil.
De acordo com o estudo, o público feminino vem crescendo de forma constante nos últimos anos e hoje ocupa papel central na comunidade gamer. O levantamento também destacou que o Brasil segue entre os maiores mercados de jogos do mundo, mostrando a força e a diversidade dos gamers nacionais.
Os dados mostram uma mudança clara de cenário. Se antes o público gamer era visto majoritariamente como masculino, agora o perfil é plural, diverso e conectado. As jogadoras estão em todas as plataformas — do mobile aos consoles e PCs — e marcam presença tanto em jogos casuais quanto nos competitivos.
💬 Mais que diversão, representatividade
Especialistas apontam que esse avanço reflete não apenas o acesso à tecnologia, mas também a maior inclusão e representatividade feminina nos games. Títulos com protagonistas mulheres, narrativas mais diversas e comunidades mais acolhedoras têm contribuído para essa evolução.
Além disso, criadoras de conteúdo e streamers mulheres têm conquistado espaço e audiência, inspirando uma nova geração de jogadoras e mostrando que o universo dos games é — e deve ser — para todos.
🎧 Seja no celular, no PC ou no console, elas estão jogando, competindo e criando.
E o recado é claro: o futuro dos games é cada vez mais diverso, acessível e inclusivo.
#MulheresNosGames #GarotasGamer #MulheresGamer #GirlGamer
#GamerGirl #ElasJogam #ElaÉGamer #GamesEBelasJogadas
quarta-feira, 15 de outubro de 2025
🎮 Co-criador de Banjo-Kazooie deixa a Rare após 36 anos Gregg Mayles encerra uma era na lendária desenvolvedora britânica
Mayles começou na Rare em 1989, ainda adolescente, e participou diretamente da criação de franquias que marcaram gerações. Seu primeiro crédito foi em Solar Jetman (1990), mas seu nome ficou eternizado em títulos como Battletoads, Donkey Kong Country, Banjo-Kazooie e Banjo-Tooie.
Ao longo dos anos, Gregg também esteve envolvido em projetos da fase Microsoft da Rare, incluindo Grabbed by the Ghoulies, Viva Piñata, Kinect Sports, Sea of Thieves e o controverso Banjo-Kazooie: Nuts & Bolts.
Um adeus poético
Em uma mensagem publicada no X (antigo Twitter), Mayles confirmou sua saída com um toque pessoal e simbólico:
“Hoje foi meu último dia na @RareLtd. Obrigado a todos que jogaram e curtiram os jogos que ajudei a criar. Também agradeço a todos que trabalharam ao meu lado. Pareceu apropriado me despedir com uma última rima!”
O gesto emocionou fãs e colegas de estúdio, lembrando o humor característico e o estilo rimado presente em Banjo-Kazooie.
Mudanças internas e cancelamentos
A saída de Mayles acontece em meio a um período turbulento para a Rare. Recentemente, o estúdio teria cancelado o ambicioso projeto Everwild, além de lidar com demissões internas na divisão de jogos da Microsoft.
Fontes próximas afirmam que o desenvolvedor estava à frente da direção criativa do projeto antes de decidir encerrar seu ciclo na empresa.
Legado de um visionário
Gregg Mayles não foi apenas um designer: foi uma das mentes criativas mais influentes da Rare. Ele ajudou a definir o estilo visual, o humor e o coração dos jogos que marcaram a era de ouro do estúdio nos consoles da Nintendo.
Sua saída marca o fim de uma era — e levanta dúvidas sobre o futuro de franquias queridas, como Banjo-Kazooie, Conker e Perfect Dark.
Atualmente, o foco da Rare permanece em Sea of Thieves, mas o público ainda sonha com o retorno de Banjo e Kazooie, especialmente diante do interesse recente de outros estúdios em reviver a série.
Um novo começo?
Ainda não se sabe qual será o próximo passo de Gregg Mayles. Muitos fãs especulam que ele possa fundar seu próprio estúdio ou colaborar em projetos independentes — algo que tem sido comum entre veteranos da Rare nos últimos anos.
Independentemente do destino, seu legado permanece vivo em cada jogador que já explorou a Ilha da Bruxa Gruntilda, enfrentou os Kremlings ao lado de Donkey Kong ou navegou pelos mares em Sea of Thieves.
🏁 Conclusão
A despedida de Gregg Mayles é mais do que uma simples mudança de emprego — é um marco na história da Rare e dos videogames. Um adeus nostálgico, mas também uma oportunidade de recomeço.
Como o próprio criador escreveu, “No final, tudo se resume a uma última rima”.