quinta-feira, 9 de novembro de 2023

Alan Wake 2: O Retorno do Escritor Mas A La Resident Evil! 🔥🕹️

O Retorno do escritor marcou uma volta um tanto quanto hypada da continuação do game lançado em 2010, como um game exclusivo para Xbox 360; e que depois também chegou aos PCs, trazendo mais qualidade gráfica. E sim Alan Wake, impressionou na época por trazer gráficos belíssimos, com bastante paisagens foto realista. As vezes parava de jogar para admirar muitas paisagens durante a luz do dia.

E o game prendia o jogador na trama e de nenhuma maneira impedia o seu progresso como faz esse segundo titulo da franquia. Trazendo uma enxurrada de códigos, senhas e puzzles que chega ser frustrante depois de você avançar bastante no game. E de repente se ver parado em uma determinada parte da historia por conta de um bendito código ou de uma maldita senha. O jogo é travado, bastante travado por sinal. Enquanto que o primeiro nós apresentava ou nós trazia uma mecânica de jogo de mundo aberto. Esse segundo titulo nós apresenta uma mecânica de survival horror no melhor estilo Resident Evil. E não faz muito tempo que finalizei o remake do Resident Evil 4, então ficou ainda uma maior sensação de está jogando uma continuação de Resident do que uma continuação do primeiro Alan Wake lançado em 2010.

Por trazer uma mecânica de mundo aberto no primeiro game da franquia é que você podia pegar um carro para se locomover até o objetivo da missão. E isso era muito legal e aumentava ainda mais a imersão do game. Como é que tem jogador que jogou o primeiro e não sentiu falta disso nessa continuação? Provavelmente não jogou! Esquece pegar carro ou algum tipo de veiculo nessa continuação de Alan Wake, sim ainda existe carros pra você se locomover, mas não como você pensa e sim limitando o jogador a uma tela de load, enquanto você assisti a viagem resumida até o determinado local do mapa. Tudo muito frustrante para quem jogou o primeiro game dessa franquia. Era tão legal parar de carro para admirar as montanhas ou as paisagens durante o dia no primeiro game.

Apesar de tudo Alan Wake 2 está longe de ser ruim, mesmo se afastando bastante do primeiro game. A qualidade ainda surpreende, mas nada muito além da concorrência. Sim Alan Wake 2 não é o game mais bonito do ano, mas está entre os mais bonitos lançados nesse ano. Pra mim o game que mais me impressionou foi Hogwarts Legacy. Alan Wake 2 traz ótimos efeitos visuais que encanta o jogador, mas não é um Crysis da vida. Ele não está além dos concorrentes e muito menos é o jogo mais bonito do ano. Mas traz gráficos belíssimos com ótimos efeitos, mas nada tão bem executado como foi no primeiro graça a liberdade da mecânica de mundo aberto o que nesse segundo titulo não tem. O primeiro game nós dava mais liberdade para explorar ou admirar uma area durante o dia. Como parar de carro e admirar as montanhas ao longe coisa que nessa continuação não tem. Mas mesmo a sim Alan Wake 2 conta ambientação bastante notável, seja em cenários urbanos ou na florestas com suas arvores balançando ao vento.

Em termo de audio também a qualidade de Alan Wake 2 não deixa a desejar e jogando em um conjunto de home theater o audio se torna muito imersivo, principalmente dentro da floresta, como os sons de pássaros e assustador quando os inimigos começa aparecer. Sem falar da trilha sonora trazendo ótimas musicas e uma banda fictícia muito boa que é a Old Gods of Asgard, é os velhotes mandam muito bem no rock n roll. E em termo de jogabilidade o game se afasta tanto da mecânica original que você não joga com o Alan durante todo o game. Alan aqui não corre ou não é tão agiu quanto no primeiro game. Mas passa boa parte do tempo dentro do game jogando com o segundo protagonista do game que é a Saga Anderson. E é ai que entra dois lados um bom e o ruim. É legal jogar com a Saga tentando desvendar o mistério que envolver o sumiço do escritor. Mas o game é Alan Wake, teria sido muito melhor jogar apenas com o Alan e não arrastando tanto o game como fizeram aqui. Com uma trama que conecta com os outros games da Remedy como Control, Quantum Break; e que envolve Saga tentando desvendar o sumiço de Alan e salvar a sua filha. E o terror aqui não assusta tanto a sim como dizem. É uma chatice o mural de investigações onde você no controle da Saga tem que passar certo tempo organizando as pistas para poder progredir na trama. Enquanto Alan em determinadas parte do game precisa escrever para poder avançar na sua historia. E tudo isso vai se completando durante o game ou durante a trama do game. Minha nota para Alan Wake 2 é 7,7. 

Pros:

Gráficos de ponta

Atmosfera macabra

Audio de primeira

Narrativa envolvente

Contras:

Trama arrastada

Está mais para um Resident Evil

Mural de investigações

Códigos e senhas pra tudo

 



sábado, 4 de novembro de 2023

Call of Duty Ghost: A Guerra dos Fantasmas 🔥🕹️

 Call of Duty Ghost traz uma das melhores campanha de toda franquia Call of Duty, e está entre as minhas 5 favoritas. O game contou também com um companheiro canino utilizado em algumas missões ao longo da campanha. Dando até dó do Riley, que poderia simplesmente ficar de fora. Riley acompanha os irmãos Logan e Hesh em algumas missões e pode ser controlado pelo jogador para atacar os inimigos ou explorar o ambiente. O game não trouxe nenhuma revolução digna no seu modo história, mas nem por isso deixou de lado a velha formula de ação cinematográfica de tirar o folego.


O modo campanha de Call of Duty Ghost conta uma nova história, ambientada em um futuro onde os Estados Unidos estão à beira da derrota por uma federação de países do Oriente Médio. Você controla Logan Walker, um soldado que se junta ao esquadrão Ghost, uma elite de combatentes que lutam para salvar o país e derrotar Rorke, o vilão do game, um ex-Ghost que se tornou um traidor. O jogo tem cerca de 4 horas de duração e oferece uma boa variedade de missão algo já marcante na franquia que sempre presou por variedade, passando por diversos cenários e situações, como combates no espaço, no fundo do mar cercado por tubarões, em plataformas de petróleo em chamas e em cidades devastadas pela guerra. A narrativa é bem contada, mas mais sem nenhuma grande revelação ou reviravoltas na trama. E quem gosta de um bom e velho Call of Duty está mesmo é interessado nós momentos de ação de sua campanha.


O game na época trouxe modo multiplayer que para alguns era o ponto forte do jogo, com diversas opções de personalização, modos de jogo e mapas. Você pode criar o seu próprio soldado, escolhendo o gênero, a aparência, as armas, os equipamentos e as habilidades. Você também pode montar o seu próprio esquadrão, com até 10 soldados personalizados, e levá-los para o campo de batalha online ou offline. Os modos de jogo incluem os clássicos Mata-Mata em Equipe, Dominação, Buscar e Destruir e outros, além de novidades como Blitz, Caçado e Cranked. Os mapas são bem variados e dinâmicos, com elementos que podem mudar durante a partida, como terremotos, explosões e quedas de satélites. O jogo também conta com um sistema de clãs, que permite que você se junte a outros jogadores e participe de desafios e eventos especiais.


E pra quem gosta de jogar com amigos que não é o meu caso a sim como o multiplayer. O game também conta modo cooperativo chamado de Extinção. Neste modo, você e mais três amigos devem enfrentar hordas de alienígenas que invadiram a Terra após a queda do satélite Odin. O objetivo é destruir os ninhos dos aliens e escapar da área antes que seja tarde demais. O modo é divertido e desafiador, exigindo cooperação e estratégia dos jogadores. Você pode escolher entre quatro classes diferentes: médico, tanque, engenheiro e especialista em armas. Cada classe tem suas vantagens e desvantagens, além de habilidades específicas que podem ser melhoradas conforme você ganha experiência.


Call of Duty Ghost é um jogo que agrada aos fãs da série e de FPS em geral principalmente FPS diretos e retos sem muitas frescuras. E também na época agradou jogadores novatos e ainda agrada a aquém procuram por um bom jogo de tiro em primeira pessoa de qualidade. Apesar daquele velho motor gráfico Call of Duty Ghost trouxe gráficos até que impressionantes, som imersivo e uma jogabilidade bastante fluida. O modo campanha é cheio de ação, mas não trouxe algo inovador. E o modo multiplayer pra quem gosta é robusto e viciante. E o modo cooperativo mais uma boa adição ao jogo. O cachorro Riley é um personagem carismático e útil, apesar de algumas vezes não ser tão legal controlá-lo. O jogo vale a pena ser conferido por quem gosta do gênero.

Minha Nota: 8,5

Prós:

Modo multiplayer variado e divertido

Modo cooperativo desafiador e cooperativo

Cachorro Riley um amigão

Gráficos e som excelentes

Contras:

Modo campanha previsível e linear

Nada muito diferente dos jogos anteriores da série