A primeira impressão que tive ao ver o jogo era que a historia se passaria em um mundo sobrenatural. Algo como o próprio inferno. Mas não, se passa em um planeta que tomado por toda aquela nojeira genética ou orgânico espalhada pelo cenário. É o game é muito nojento. Tudo é muito bizarro. O game não dar informação na tela sobre o que fazer. E isso deixa o jogador perdido em meio ao game. E tudo isso proposital para causa inquietação.
Como não é um FPS puro, não espere sair pelo game como se estivesse jogando DOOM, Half-Life entre outros FPS. As armas aqui são estranhas, esquisitas e lentas que as vezes o melhor será fugir, correr para sobreviver as criaturas horrendas do game. E por falar em criatura os design dos monstros apesar de meio nojento. São até legais pôs soa de certa forma autênticos e originais. Mas é o game tenta passar uma certa autenticidade e originalidade o tempo todo.
Mas desperdiça tudo isso pôs tudo soa mal executado ou mal orquestrado. Com puzzles chatos e desnecessários. Que não são nada criativos como jogar Portal ou Half-Life 2. O protagonista também muito mal aproveitado. A historia ou a narrativa do jogo não ajuda nesse quesito. Como teria sido melhor se fosse sobre um astronautas que cai em um planeta naquela situação e tenta de tudo para sair ileso dele. E volta para sua casa sã e salvo. Em vez disso você é um cara que desperta do nada em um mundo tomado por matéria orgânica. Que por vez foi inspirados em obras de artistas como Beksinski e H.R. Giger.
E cabe a cada jogador buscar entender o jogo tudo a sua historia, tradição e ter a sua propria interpretação da historia e do final do jogo. É triste ver que o Xbox não tem games realmente de peso para competir contra o PS5. Minha nota para o jogo é 3.

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