Um mundo sem abelha é inacreditável e só por isso o sexto capitulo não leve de mim uma nota mais alta. O sexto jogo da franquia vez trazendo a boa formula de antes presente desde do segundo jogo. Ou seja um vasto mundo aberto com um mapa cada vez maior para ser explorado. Muita ação e adrenalina, mas o segundo jogo quase não tinha cutscenes. Era tudo muito direto e reto.
Os gráficos continua belíssimos, mas nada tão extraordinários ao que já foi visto nós games anteriores como Far Cry 4 que já apresentava gráficos soberbos. Mas sim os gráficos são um pouco melhores, mas não muito. E afinal das contas a API usada dessa vez é o DX12, ate que fim Far Cry largou o DX11. E isso trouxe um pouco de melhorias em sombras e luz. Um pouco mais de realismo e suavidade em relação aos dois últimos jogos da franquia. Mas não espere nada muito além disso.
O no primeiro momento algo me causou estranhamente e foi a física pôs ela não nada realista no que diz respeito ao impacto ou ação causada por disparo de armas de fogo em pessoas. Cheguei a mirar e atirar com um rifle duas vezes na cabeça dos soldados inimigos e simplesmente não derruba o cara de primeira. E mesmo que seus inimigos no jogo estejam encouraçado era pra um tiro de arma de fogo ter muito mais efeito. Mesmo que o jogo ofereça aprimoramento de armas como balas mais fortes e a sim eu passei conseguir efetuar headshot. Mas mesmo aprimorando as armas as vezes você vai precisar mais de um tiro para derrubar o seu inimigo.
O som do jogo é uma maravilha a parte para quem conta com uma boa placa de som como no meu caso que tenho uma Sound Blaster AE-7 somando com um bom e velho HT-F550K da Sansung. Os sons dos disparos, projetos e a emersão causada pelo som multicanal do jogo é bem convincente e deixa a ação do jogo muito mais impactante e eletrizante. Está no meio da floresta com os sons vindo de todos os lados me transporta para o meio da natureza. E meio que me sinto que um perdido na selva.
Com uma historia que se passa na ilha de Yara, que foi inspirada em Cuba, em uma busca por revolução e liberdade. O jogo traz a mesma formula divertida e empolgante dos capítulos anteriores a onde faz você se sentir uma maquina da guerra, mas com um visual mais lapidado e nítido do quer os seus irmãos mais velhos. E som mais aprimorado, mas o jogo carrega algumas falhas na física e bugs como na demora estranha que certos lugares leva para ser conquistado. Você já eliminou todas as ameaças, mas mesmo a sim o jogo fica parado sem da andamento na conquista de território. Fora isso e por ter eliminado as abelhas esse Far Cry não leva uma nota maior que 9 de mim.
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