terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

Death Stranding: Obrigado Kojima

 

O game começa de uma maneira impressionante. Ficção cientifica da mais alta qualidade. Pegadas invisíveis, chuva que envelhece, pássaros mortos. Cara o que é aquilo? É impressionante! O jogo é simplesmente um prato cheio para os amantes da ficção cientifica.

Misturando com maestria uma atmosfera alienígena com um terror ou suspense que faz sentido logo depois que você passa entende melhor a história.

Death Stranding não tem nada ver com alienígena, mas com almas, entidades, ou seja, com o mundo dos mortos. E é aí que passei a entender o medo que jogo me causava. Não era só por causa das EPs, mas também por toda atmosfera. Inclusive pelo próprio áudio do jogo. O que me fazia sentir que eu estava dentro de um filme de ficção cientifica. Mas depois fiquei sabendo que o jogo não se tratava de ets. E isso fez a sensação de terror ou desconforto ficar ainda maior.

A imersão que o jogo proporciona é incrível, dando-me uma sensação de está vivendo em um filme de ficção cientifica. Sem falar de toda liberdade que o mundo aberto do jogo oferece. Com um sistema de física inovadora. Eu cheguei a me emocionar ao chegar no topo de uma montanha. E de lá poder ver todas nuvens cinza e raios e ouvir todos aqueles barulhos surreais. Deahth Stranding foi uma das maiores experiência que eu tive em um game em toda minha vida.



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