terça-feira, 25 de junho de 2024

Far Cry 2 (2008) - Imersão e Ação Na Savana Africana - Obrigado, Ubisoft!!!

Que imersão! Que experiência foi reviver Far Cry 2, mesmo depois de um longo tempo no qual não jogava o game. Far Cry 2 eu cheguei a comprá-lo no passado em uma edição da saudosa revista Full Games, que durou até 2013 e até 2015 como plataforma digital. E graças a saudosa Full Games eu tive a oportunidade de ter jogado e curtido Far Cry 2 na época. 

Pra quem não lembra, Far Cry, pertencia a Crytek, sendo vendido em seguida para a Ubisoft. Por ser a continuação do clássico de 2004 da Crytek e também por em 2007 a Crytek ter lançado Crysis, muitos esperavam um grande salto de evolução na parte gráfica. Até mesmo que o game superasse o Crysis, mesmo com Far Cry já pertencendo a Ubisoft.

Bem eu também aguardava ansiosamente e um dos primeiros vídeos que vi sobre o game foi no saudoso programa sobre games passado na TV aberta chamando de G4 Brasil, que tinha como apresentadores o Luciano Amaral 43 anos o eterno Lucas Silva e Silva do Mundo da Lua, passado na Cultura no início dos 90; e a na época gastíssima Luiza Gottschalk, hoje com 39 anos. É bons tempos aqueles!

Bem graficamente o game era bonito, mas nem de longe superava o realismo visual de Crysis que até hoje continua sendo mais bonito que muitos jogos atuais. Far Cry 2 se afastava do cenário tropical e abraçava a Savana Africana e seu clima árido e quente. O game trazia tiroteio e muita ação em meio a selvagem Savana Africana. O game contava com diversos tipos de missões principais e secundários que não perdia ou quebrava o ritmo da gameplay. Todas as missões estão bem localizadas e pode ser completada durante o caminho. Eu apenas focava nas principais e nas secundárias. Muitas das missões tem a ver com trafico de drogas, dinheiro, comboio etc. A dificuldade é um pouco insana e as vezes chata pôs os inimigos vão te perseguir e inutilizar o seu carro quase que o tempo todo. Bastando apenas por o pé na estrada na estrada pra isso.

Far Cry 2 está entre os meus favoritos da franquia. Em termo de jogabilidade Far Cry 2 também é ótimo! O jogo contava com uma mecânica muito boa para um jogo de tiro. Mas o melhor do game ficava por conta da parte sonora. Foi um dos últimos games a usar o EAX da Creative. E o que posso dizer é que é espetacular! Entrar no meio da floresta é uma imersão incrível com sons de pássaros e de outros animais para todos dos lados. Me dando uma sensação de imersão tão gratificante como se eu tivesse no meio da Savana Africana ou na roça no interior. Sou muito grato a Ubisoft por tudo isso e não tem como da menos de 9,5 em Far Cry 2.

terça-feira, 4 de junho de 2024

Senua's Saga: Hellblade II - Obrigado Microsoft Pela Experiencia Cinematográfica!!!

O tão esperado Hellblade II deu as caras e que cara o game é extremamente cinematográfico e isso é o forte do jogo. Hellblade II é o jogo mais bonito e foto realista até agora e que eu já vi e joguei. É um trabalho artístico primoroso o que fizeram com o motor gráfico Unreal Engine 5, nesse game. Eu nunca tinha visto ondas tão belas e tão realistas como as vistas nesse game. Superou as ondas vistas em Assassin's Creed Odyssey e Valhalla, que já são jogos belíssimos, mas a cada lançamento a indústria vai trazendo jogos cada vez mais bonitos com novos efeitos gráficos e recursos visuais, pôs é normal e faz parte da indústria de games esse avanço na parte dos gráficos. 

E Hellblade é o mais bonito que vi até agora ao lado de Hogwarts Legacy, The Last of Us e Alan Wake 2. Hogwarts Legacy pra mim foi o jogo mais bonito de 2023, trazendo ótima textura facial, modelos de personagens e uso de shaders de uma forma impressionante. Hellblade II já começa de uma forma igualmente impressionante! Com uma tonalidade cinza ou fria, trazendo tormenta, tempestade, ventania, barcação e chuva para todos os lados e a protagonista sendo lançada mar adentro. É nesse clima e nessa atmosfera viking, que somos introduzido ao segundo jogo da jornada da guerreira celta. 

E tudo isso me pegou de um jeito que fiquei impressionado pôs me interesso e gosto bastante de culturas antigas e de antigas e grandes civilizações e suas tradições. E eu gostei muito do primeiro game por conta de tudo isso além da trama da personagem celta, na luta pra livrar ou salvar a alma de seu amado Dillion. Então busquei apenas me deliciar com todo o esplendor gráfico do game e sua narrativa na melhor forma possível que foi pegando o joystick ficando cercado por um som 5.1 de qualidade. Joguei até o fim na sua versão para PC setado na máxima qualidade com DLSS em modo qualidade na resolução de 1080p a nativa do meu monitor. O bom e velho Full HD. A parte sonora do game é um ponto a se destacar pôs também é responsável pela imersão proporcionada pelo game tanto quanto a parte visual. Com um bom fone de ouvido, um bom home theater ou uma boa soundbar, você vai ter uma boa experiencia com a parte sonora desse game. Vozes, ecos, sussurros, gritos, ventania, ondas do mar, som ambiente de modo geral durante a curta e linear jornada da guerreira celta pelo game. Sem falar dos efeitos sonoros das lutas e batalhas presente no game como o impactado de laminas se chocando.

É Hellblade II é realmente impressionante por trazer gráficos de nova geração, mas desapontando alguns pôs o game tem seu foco na narrativa e em uma experiencia cinematográfica e não em uma jogabilidade de gameplay convencional de exploração e coleta de itens dentro de uma trama não linear. Se você busca um game não linear, exploração e coleta de item esse game não é para você. Vai acabar achando o game horrível coisa que pra mim o game passa longe de ser. Quem curtiu a trama da guerreira picta no primeiro game e gosta de cultura nórdica, celta e de antigas civilizações além de uma experiencia cinematográfica. Esse game é pra você! Obrigado Microsoft por essa experiência tão cinematográfica! E por isso minha nota não seria menos do que 9,5.

 

quinta-feira, 16 de maio de 2024

Reverendo Ray - O Padre Casca Grossa

Reverendo Ray McCall é um personagem mais insano do mundo dos games que já conheci. E o personagem central nos jogos da série Call of Juarez. Call of Juarez de 2006 e sua prequela Call of Juarez: Bound in Blood de 2009.

Originalmente um pistoleiro temido e implacável, Ray se converte em um pregador após um período tumultuado de sua vida. Ele é conhecido por sua natureza dura e ganhou uma reputação de ser invencível durante a década de 1860.

No jogo, Ray é apresentado como um homem mais velho que retorna à vida de violência após acreditar que seu sobrinho, Billy Candle, cometeu um crime hediondo. Movido por um senso de justiça e redenção, Ray persegue Billy, enfrentando diversos adversários e desafios pelo caminho. Sua jornada é marcada por conflitos internos entre sua fé e seu passado violento.

Ray é habilidoso com armas de fogo e possui uma capacidade de concentração que lhe permite realizar disparos rápidos e bem precisos. Ele também usa um colete com uma cruz no centro e que o protege de tiros no peito, o que reflete sua abordagem direta e confrontadora.

A história de Ray é complexa, envolvendo temas de família, guerra, e a busca pela redenção através da fé e da violência. Sua narrativa é contada através de uma série de episódios que exploram seu passado e suas motivações, culminando em um final dramático que define seu legado.

 

terça-feira, 14 de maio de 2024

N64: Recompiled - Uma Nova Era Para A Emulação

A nova ferramenta chamada N64: Recompiled promete revolucionar a forma como os jogos do Nintendo 64 são portados para PC. Desenvolvida pelo programador conhecido como Wiseguy, essa ferramenta acelera significativamente o processo de engenharia reversa dos jogos do console.

Com o N64: Recompiled, é possível transformar rapidamente os códigos binários dos jogos do Nintendo 64 em código C, o que permite criar executáveis nativos para PC em questão de minutos.

Isso representa uma grande vantagem em relação aos emuladores tradicionais, pois os ports nativos podem oferecer melhor desempenho, suporte a resoluções mais altas como 4K, taxas de quadros por segundo superiores e compatibilidade com formatos de tela modernos, como ultrawide.

Além disso, a ferramenta já foi utilizada para criar um port nativo de The Legend of Zelda: Majora’s Mask, que inclui funcionalidades extras como opções de widescreen, ultrawide e suporte para controles modernos. Embora Wiseguy tenha tomado medidas para evitar problemas legais com a Nintendo, a criação de ports não oficiais sempre envolve certos riscos.

Em resumo, o N64: Recompiled pode dar uma nova vida aos clássicos do Nintendo 64, permitindo que até mesmo os títulos mais obscuros sejam aproveitados com as capacidades dos hardwares atuais.

 

quarta-feira, 8 de maio de 2024

F.E.A.R - Alma Wade

Alma Wade, é a personagem principal da série de game F.E.A.R. Sendo ele três jogos o primeiro lançado em 2005, o segundo em 2009 o F.E.A.R 2 Project Origin e depois tivemos em 2011 o F.E.A.R 3. Estou revisitando o segundo game da franquia e nada como relembrar essa personagem tão marcante e com o poder de um deus.

Alma é antagonista principal da franquia e é retratada com poderes psíquicos extremamente poderosos que são descritos como quase divinos. Ela tem a capacidade de derreter ou desintegrar humanos até o esqueleto em segundos ou devastar cidades inteiras à sua vontade. Além disso, ela pode criar ilusões tão poderosas que se tornam realidade e manifestar sua própria realidade pessoal, conhecida como Almaverse. Essas habilidades certamente colocam seus poderes no nível de um ser com capacidades semelhantes às de um deus dentro do contexto do jogo.

E Alma é mais uma personagem que foi inspirada em parte por Samara, do filme de terror “The Ring” Por aqui "O Chamado" (conhecido como “Ringu” na versão japonesa original). Os desenvolvedores do jogo se inspiraram na forma, personalidade e poderes psíquicos de Samara/Sadako para criar Alma, que é uma versão overpower ou seja ainda mais aterrorizante e destrutiva . Como Sadako, a maior parte dos poderes de Alma é psíquica, o que significa que ela pode matar pessoas apenas com sua vontade. No entanto, Alma é frequentemente mais controladora e atormentadora com suas vítimas, sendo uma criatura mais vingativa e sedenta por sangue que as outras gurias psíquicas da ficção.

quinta-feira, 11 de abril de 2024

RTX 5000 Como Presente de Papai Noel? Nova Série da NVIDIA Para Fim do Ano!

De acordo com as informações disponíveis, a NVIDIA pode lançar a nova série RTX 5000 com a arquitetura Blackwell no final de 20241. Há especulações de que a GPU topo de linha dessa série, possivelmente a RTX 5090, terá um salto de desempenho mais discreto em comparação com o modelo topo de linha da série RTX 4000.

Além disso, rumores indicam que a RTX 5090 poderia ter um chipset GB202, 36 GB de VRAM, interface de 384-bit, 192 SM (Streaming Multiprocessors) e utilizar a tecnologia N3E (3 nm) da TSMC. No entanto, é importante lembrar que essas ainda são informações não confirmadas e esperamos uma declaração mais concreta da NVIDIA na GTC 2024, que acontecerá em março. 

Por enquanto, esses são os rumores que circulam pela comunidade de hardware. Mantenha-se atento para mais atualizações conforme nos aproximamos do final do ano.

 

sexta-feira, 29 de março de 2024

The Last of Us Parte I: Obrigado, SONY!!!

Lançado para PC em março de 2023 The Last of Us Parte I chegou como um port maravilhoso, mas muito mal otimizado. Não é pra menos os gráficos de The Last of Us é espetacular. Jogando o jogo aqui com tudo na máxima qualidade em uma RTX 3060Ti somada com um 5600, usando o MOD de FSR 3.0 os gráficos me deixou impressionado com as textura e os shaders nas expressões faciais, nas construções em decadência pela cidade abandonada. 

Em The Last of Us é tudo muito fotorealista, é tudo muito bem feito, tão bem feito que me dá aquela vontade de bisbilhotar cada canto das construções ou das casa abandonadas, sendo acompanhado pela trilha sonora do game. E jogando aqui em com um home theater,  o que deixa também a parte sonora bastante imersiva. Meu sistema de som é um z607 da Logitech e uma placa de som Sound Blaster AE-7. 

The Last of Us é uma das maiores obras sobre mundo pôs apocalíptico com que eu já tive contato. É simplesmente demais, é tudo espetacular! The Last of Us já é um dos maiores games que eu já joguei na minha vida. Eu já o coloco entre os 10 maiores jogos que eu já joguei e que fizeram parte de minha vida. Os cenários de The Last of Us me levam até mesmo a decadência de Rupture a cidade subaquática de Bioshock, criada pelo genial Ken Levine.

Em The Last of Us você se depara com cartazes, cartas e bilhetes pelas casas e em outras construções espalhadas pelo game. Essas cartas e bilhetes foram deixados antes e depois do surto por pessoas que viveram por ali ou que passaram se abrigando no local. E tudo isso serve para aumentar ainda mais a profundidade e a imersão desse game espetacular. É por isso que é tão prazeroso explorar cada canto dos lugares como as casas e construções, pôs cada cada canto me traz a sensação de vidas passadas. De que ali viveram pessoas antes do surto contagioso que levou o mundo a decadência total.

E é nessa decadência em que Joel é introduzido de forma drástica perdendo o seu bem mais precioso. E anos depois nesse caos é que ele encontra a pequena Ellie. Ellie é a cura para humanidade e então Joel é encarregado de levar a pequena Ellie a um laboratório. E é nessa aventura que os dois se apegam como se fosse pai e filha de verdade. E esse laço que se cria entre Joel e Ellie é a melhor coisa do game e que nós prendem até o final. The Last of Us é prazeroso como lê um bom livro e como um bom game deve ser.
E em um mundo pós apocalíptico como The Last of Us humanos se torna preocupação. Mas na trama de The Last of Us os inimigos não são somente os humanos, mas os infectados ou os zumbis do game. É em The Last of Us que vi os zumbis mais assustadores em uma trama de ficção cientifica, pôs aqui o contagio não se trata de vírus, mas de fungos. E com isso temos alguns cenários tomados por mofos, dando sinal que ali encontrasse infectados em níveis avançados de contaminação.

E é nesse mundo em decadência em que Joel e Ellie sobrevivem com coragem e companheirismo. Apesar da má otimização do port, The Last os Us é um game impecável, seja graficamente com seu visual fotorealista, mas também por seu áudio primoroso que se torna imersivo pra quem tem audio surround. The Last of Us é um dos melhores games de todos os tempos. Minha nota para o game é 9,8 só não leva 10 pela má otimização.

Pros:

Gráficos fotorealista 
Áudio primoroso
Jogabilidade de primeira
Historia envolvente
Mundo imersivo
Mundo pôs apocalíptico 

Contra: 

Má otimização