quarta-feira, 6 de dezembro de 2023

Control: Uma Aventura Paranormal 🔥🎮

Control é daqueles games incríveis da Remedy, como foi o próprio Quantum Break, lançado em 2015, que apesar de curto em relação a Control, mas Control também é um game curto, mas ao contrario de Quantum Break, Control conta com diversas missões escudarias além de DLC como a DLC Foundation e a DLC AWE que compartilha universo com Alan Wake, e tudo isso faz a campanha do game ficar muito maior e mais interessante.

Ao contrario de Quantum Break que não possuiu ou não foi lançado nenhum conteúdo para o game. Mas trouxe essa formula já consagrada pela Remedy, que é gráficos belíssimos com um roteiro intrigantes além de muitos momentos de ação com armas de fogo ou com algum tipo de poderes sobrenatural ou paranormal. Sem falar de incluir também momentos de terror ou de tensão dentro dos seus games. Ao contrario do que fez no novo Alan Wake 2, no qual quiseram pegar carona com Resident Evil, e com isso Alan Wake 2 ficou meio descaracterizado em relação aos games anteriores da Remedy. Mas mesmo a sim longe de ser um game ruim, mas eu gosto muito mais do primeiro Alan, a sim como de Control e de Quantum Break.

Esses jogos sempre nós trouxe gráficos belíssimos e Control também não deixa a desejar nesse quesito. Os gráficos são um show a parte com textura e efeitos de alta qualidade. Jogando com um patch não oficial, mas que traz HDR além de outras melhorias, o game ficar ainda mais belo com profundidas de cores além de saturação, deixando os gráficos do game ainda mais vivos ou vibrantes. Parece que gráficos belíssimos é uma características dos games da Remedy desde do primeiro Alan Wake, no qual eu simplesmente parava para admirar as paisagens de natureza como montanhas dentro do próprio game. Aqueles típicos cenários norte americanos de natureza ou paisagens. E Quantum Break também foi maravilhoso nesse quesito. Tanto que eu as vezes tinha a sensação de está assistindo a uma série de TV enquanto eu jogava ou me aventurava pelo game. Era tudo muito belíssimo e Control também não fez feio a sim como o novo Alan Wake que é um game muito bonito também. 

A sim como a própria qualidade visual do game se de primeira qualidade principalmente com o game rodando em sua maxima qualidade. O audio também não fica pra trás se você tiver um bom equipamento de som como um home theater ou uma soundbar. Aqui em conjunto com meu sistema de som 5.1 z607 da Logitech e minha placa de som da Creative a AE-7. Fiquei maravilhado também com a qualidade sonora do game.

Sinopse do game:

Desenvolvido por Remedy Entertainment, conhecido por Max Payne e Alan Wake, Control é uma aventura de ação sobrenatural em terceira pessoa que desafia você a dominar uma combinação de habilidades surreais, equipamentos modificáveis e ambientes reativos enquanto encara um mundo complexo e imprevisível.

Pra Control minha nota é: 8,8

Pros: Gráficos de primeira

Som de primeira

Historia intrigante

Poderes paranormais

Jesse poderosa

Contra:

Mapa confuso

Missões desnecessárias   

Puzzles que as vezes complicam 

quinta-feira, 9 de novembro de 2023

Alan Wake 2: O Retorno do Escritor Mas A La Resident Evil! 🔥🕹️

O Retorno do escritor marcou uma volta um tanto quanto hypada da continuação do game lançado em 2010, como um game exclusivo para Xbox 360; e que depois também chegou aos PCs, trazendo mais qualidade gráfica. E sim Alan Wake, impressionou na época por trazer gráficos belíssimos, com bastante paisagens foto realista. As vezes parava de jogar para admirar muitas paisagens durante a luz do dia.

E o game prendia o jogador na trama e de nenhuma maneira impedia o seu progresso como faz esse segundo titulo da franquia. Trazendo uma enxurrada de códigos, senhas e puzzles que chega ser frustrante depois de você avançar bastante no game. E de repente se ver parado em uma determinada parte da historia por conta de um bendito código ou de uma maldita senha. O jogo é travado, bastante travado por sinal. Enquanto que o primeiro nós apresentava ou nós trazia uma mecânica de jogo de mundo aberto. Esse segundo titulo nós apresenta uma mecânica de survival horror no melhor estilo Resident Evil. E não faz muito tempo que finalizei o remake do Resident Evil 4, então ficou ainda uma maior sensação de está jogando uma continuação de Resident do que uma continuação do primeiro Alan Wake lançado em 2010.

Por trazer uma mecânica de mundo aberto no primeiro game da franquia é que você podia pegar um carro para se locomover até o objetivo da missão. E isso era muito legal e aumentava ainda mais a imersão do game. Como é que tem jogador que jogou o primeiro e não sentiu falta disso nessa continuação? Provavelmente não jogou! Esquece pegar carro ou algum tipo de veiculo nessa continuação de Alan Wake, sim ainda existe carros pra você se locomover, mas não como você pensa e sim limitando o jogador a uma tela de load, enquanto você assisti a viagem resumida até o determinado local do mapa. Tudo muito frustrante para quem jogou o primeiro game dessa franquia. Era tão legal parar de carro para admirar as montanhas ou as paisagens durante o dia no primeiro game.

Apesar de tudo Alan Wake 2 está longe de ser ruim, mesmo se afastando bastante do primeiro game. A qualidade ainda surpreende, mas nada muito além da concorrência. Sim Alan Wake 2 não é o game mais bonito do ano, mas está entre os mais bonitos lançados nesse ano. Pra mim o game que mais me impressionou foi Hogwarts Legacy. Alan Wake 2 traz ótimos efeitos visuais que encanta o jogador, mas não é um Crysis da vida. Ele não está além dos concorrentes e muito menos é o jogo mais bonito do ano. Mas traz gráficos belíssimos com ótimos efeitos, mas nada tão bem executado como foi no primeiro graça a liberdade da mecânica de mundo aberto o que nesse segundo titulo não tem. O primeiro game nós dava mais liberdade para explorar ou admirar uma area durante o dia. Como parar de carro e admirar as montanhas ao longe coisa que nessa continuação não tem. Mas mesmo a sim Alan Wake 2 conta ambientação bastante notável, seja em cenários urbanos ou na florestas com suas arvores balançando ao vento.

Em termo de audio também a qualidade de Alan Wake 2 não deixa a desejar e jogando em um conjunto de home theater o audio se torna muito imersivo, principalmente dentro da floresta, como os sons de pássaros e assustador quando os inimigos começa aparecer. Sem falar da trilha sonora trazendo ótimas musicas e uma banda fictícia muito boa que é a Old Gods of Asgard, é os velhotes mandam muito bem no rock n roll. E em termo de jogabilidade o game se afasta tanto da mecânica original que você não joga com o Alan durante todo o game. Alan aqui não corre ou não é tão agiu quanto no primeiro game. Mas passa boa parte do tempo dentro do game jogando com o segundo protagonista do game que é a Saga Anderson. E é ai que entra dois lados um bom e o ruim. É legal jogar com a Saga tentando desvendar o mistério que envolver o sumiço do escritor. Mas o game é Alan Wake, teria sido muito melhor jogar apenas com o Alan e não arrastando tanto o game como fizeram aqui. Com uma trama que conecta com os outros games da Remedy como Control, Quantum Break; e que envolve Saga tentando desvendar o sumiço de Alan e salvar a sua filha. E o terror aqui não assusta tanto a sim como dizem. É uma chatice o mural de investigações onde você no controle da Saga tem que passar certo tempo organizando as pistas para poder progredir na trama. Enquanto Alan em determinadas parte do game precisa escrever para poder avançar na sua historia. E tudo isso vai se completando durante o game ou durante a trama do game. Minha nota para Alan Wake 2 é 7,7. 

Pros:

Gráficos de ponta

Atmosfera macabra

Audio de primeira

Narrativa envolvente

Contras:

Trama arrastada

Está mais para um Resident Evil

Mural de investigações

Códigos e senhas pra tudo

 



sábado, 4 de novembro de 2023

Call of Duty Ghost: A Guerra dos Fantasmas 🔥🕹️

 Call of Duty Ghost traz uma das melhores campanha de toda franquia Call of Duty, e está entre as minhas 5 favoritas. O game contou também com um companheiro canino utilizado em algumas missões ao longo da campanha. Dando até dó do Riley, que poderia simplesmente ficar de fora. Riley acompanha os irmãos Logan e Hesh em algumas missões e pode ser controlado pelo jogador para atacar os inimigos ou explorar o ambiente. O game não trouxe nenhuma revolução digna no seu modo história, mas nem por isso deixou de lado a velha formula de ação cinematográfica de tirar o folego.


O modo campanha de Call of Duty Ghost conta uma nova história, ambientada em um futuro onde os Estados Unidos estão à beira da derrota por uma federação de países do Oriente Médio. Você controla Logan Walker, um soldado que se junta ao esquadrão Ghost, uma elite de combatentes que lutam para salvar o país e derrotar Rorke, o vilão do game, um ex-Ghost que se tornou um traidor. O jogo tem cerca de 4 horas de duração e oferece uma boa variedade de missão algo já marcante na franquia que sempre presou por variedade, passando por diversos cenários e situações, como combates no espaço, no fundo do mar cercado por tubarões, em plataformas de petróleo em chamas e em cidades devastadas pela guerra. A narrativa é bem contada, mas mais sem nenhuma grande revelação ou reviravoltas na trama. E quem gosta de um bom e velho Call of Duty está mesmo é interessado nós momentos de ação de sua campanha.


O game na época trouxe modo multiplayer que para alguns era o ponto forte do jogo, com diversas opções de personalização, modos de jogo e mapas. Você pode criar o seu próprio soldado, escolhendo o gênero, a aparência, as armas, os equipamentos e as habilidades. Você também pode montar o seu próprio esquadrão, com até 10 soldados personalizados, e levá-los para o campo de batalha online ou offline. Os modos de jogo incluem os clássicos Mata-Mata em Equipe, Dominação, Buscar e Destruir e outros, além de novidades como Blitz, Caçado e Cranked. Os mapas são bem variados e dinâmicos, com elementos que podem mudar durante a partida, como terremotos, explosões e quedas de satélites. O jogo também conta com um sistema de clãs, que permite que você se junte a outros jogadores e participe de desafios e eventos especiais.


E pra quem gosta de jogar com amigos que não é o meu caso a sim como o multiplayer. O game também conta modo cooperativo chamado de Extinção. Neste modo, você e mais três amigos devem enfrentar hordas de alienígenas que invadiram a Terra após a queda do satélite Odin. O objetivo é destruir os ninhos dos aliens e escapar da área antes que seja tarde demais. O modo é divertido e desafiador, exigindo cooperação e estratégia dos jogadores. Você pode escolher entre quatro classes diferentes: médico, tanque, engenheiro e especialista em armas. Cada classe tem suas vantagens e desvantagens, além de habilidades específicas que podem ser melhoradas conforme você ganha experiência.


Call of Duty Ghost é um jogo que agrada aos fãs da série e de FPS em geral principalmente FPS diretos e retos sem muitas frescuras. E também na época agradou jogadores novatos e ainda agrada a aquém procuram por um bom jogo de tiro em primeira pessoa de qualidade. Apesar daquele velho motor gráfico Call of Duty Ghost trouxe gráficos até que impressionantes, som imersivo e uma jogabilidade bastante fluida. O modo campanha é cheio de ação, mas não trouxe algo inovador. E o modo multiplayer pra quem gosta é robusto e viciante. E o modo cooperativo mais uma boa adição ao jogo. O cachorro Riley é um personagem carismático e útil, apesar de algumas vezes não ser tão legal controlá-lo. O jogo vale a pena ser conferido por quem gosta do gênero.

Minha Nota: 8,5

Prós:

Modo multiplayer variado e divertido

Modo cooperativo desafiador e cooperativo

Cachorro Riley um amigão

Gráficos e som excelentes

Contras:

Modo campanha previsível e linear

Nada muito diferente dos jogos anteriores da série


terça-feira, 24 de outubro de 2023

Ace Combat 7: Skies Unknown Um Voo Emocionante Pelo Céu da Guerra Mas Fantasioso 🎮🔥

Ace Combat 7: Skies Unknown é um jogo de simulação de combate aéreo que coloca o jogador no cockpit de alguns dos aviões mais avançados e realistas já desenvolvidos. O jogo oferece uma experiência de voo imersiva e emocionante, com gráficos impressionantes, ação intensa, uma história envolvente, mas fantasiosa e até mesmo realidade virtual.
Ace Combat 7 continua os games canônico da franquia por isso que o game se passa no mundo alternativo de Strangereal, onde as nações rivais de Osea e Erusea estão em guerra. O que hoje em dia não me atrai como quando eu era garoto e jogava Ace Combat na locadora de game. Na época a minha última preocupação era a história eu apenas jogava pra me divertir e passar o tempo me sentindo um pilotor de caça. Hoje adulto o que me atrai é trama realista focada em eventos de guerra reais ou modernos como foi com Ace Combat Horinzon, e não uma trama passada em uma outra terra com outros países, nações e geopolítica. Mas se você é um fã da franquia que hoje continua não ligando pra isso, então esse jogo é pra você. 
Em Ace Combat 7 o jogador assume o papel de Trigger, um piloto da Força Aérea de Osea que é acusado injustamente de assassinar o ex-presidente Harling e enviado para a unidade penal Spare Squadron. Lá, ele terá que enfrentar missões perigosas e provar sua inocência, enquanto descobre os segredos por trás da guerra e da misteriosa aeronave Arsenal Bird.
O jogo conta com mais de 30 aviões diferentes para escolher, cada um com suas características, armas e personalizações. E aqui é que está um outro ponto negativo pôs foram usados até protótipos descartados de caças, para criar caças estranhos e que não existe na vida real, como versões bizarra de um F-22 e de outros caças. No game o jogador pode voar por cenários belíssimos, variados e bem detalhados, como cidades, montanhas, desertos e oceanos. O jogo também apresenta um sistema dinâmico de clima e ambiente, que afeta o desempenho da aeronave e o HUD. Por exemplo, o jogador pode encontrar tempestades, turbulências, raios e até mesmo arco-íris durante o voo.
O jogo possui uma campanha solo com cerca de 20 missões, que podem ser jogadas em três níveis de dificuldade: fácil, normal e difícil. Cada missão tem seus objetivos, desafios e inimigos, que exigem estratégia e habilidade do jogador. O jogo também conta com um modo multiplayer online, onde o jogador pode competir ou cooperar com outros jogadores em diferentes modos de jogo, como deathmatch, team deathmatch e uma espécie de battle royale.
O jogo também é compatível com o PlayStation VR, que permite ao jogador experimentar o voo em primeira pessoa com uma visão em 360 graus. O modo VR conta com missões exclusivas e uma cabine interativa, que aumentam a sensação de imersão e realismo.
Ace Combat 7: Skies Unknown é um jogo que agrada os antigos fãs da franquia e deve agradar aos mais novos também, pois combina elementos clássicos e inovadores em uma mistura equilibrada. O jogo é volta da franquia canônica de combate aéreo, com gráficos mais atuais e ótimos efeitos sonoros que proporciona diversão e adrenalina do começo ao fim. Minha nota para o game é 6,7.






quarta-feira, 18 de outubro de 2023

Medal of Honor (2010) Um Jornada Intensa Pelas Montanhas Afegãs🎮🔥

Lançado em 2010 Medal of Honor foi o primeiro Medalha de Honra ambientado na guerra contemporânea. Deixando de lado os eventos protagonizado na primeira guerra ou na segunda guerra mundial. E mergulhando em eventos bem mais recente como a Operação Anaconda realizada em março de 2002.

Medal of Honor 2010 nós leva a cenários realistas dos combates modernos, com focos em operações especiais no Afeganistão. Trazendo momentos emocionantes como o final, além de gráficos impressionantes para época em que foi lançado. Apesar de ter tido jogos bem mais bonitos lançado até mesmo antes de 2010. Medal of Honor não fez feio nesse quesito, fazendo você mergulhar em toda ambientação Afegã. No game você controla vários personagens ou membros trabalhando sob a Autoridade de Comando Nacional no Afeganistão. Nessa batalha ou operação os americanos contaram com diversos aliados incluindo alguns afegãs. O jogador assumem o papel de um operador DEVGRU de codinome "Rabbit", o atirador da Força Delta de codinome "Deuce", o Ranger Dante Adams e o artilheiro do helicóptero Apache Brad Hawkins.

Um dos pontos positivos do game é sua trilha sonora que empolga nós momentos de adrenalina ou de ação. Fazendo o jogador se sentir em um filme como Falcão Negro Em Perigo lançado em 2002 mesmo a sim fica um pouco abaixo de um COD4. O jogo se passa em locais reais, como as montanhas Shahikot, onde ocorreram batalhas intensas. Adrenalina e a ação é intensa no game e cheia de momentos emocionantes, especialmente nas missões de Tier 1. Com personagens interessantes, embora a profundidade dos personagens seja um tanto limitada, eles ainda conseguem cativar e muito o jogador. Agora nem tudo é perfeito e alguns pontos negativos que vale ressaltar é a instabilidade do desempenho na época que foi lançado. Alguns níveis parecem mais um tiroteio de brinquedo do quer um combate de verdade. E a trama que tenta ter relevância, mas seus personagens carecem de profundidade.

E vale destacar a qualidade sonora do game que se torna incrivelmente imersivo se você tiver um home theater. Com balas e explosões pipocando para todos os lados. Em fim Medal of Honor 2010 oferecem uma campanha emocionante e baseada em fatos reais. Mas não conseguiu superar os seus defeitos, mas ainda a sim um ótimo FPS de guerra para quem gostar de jogos de tiro com temática militar ainda mais ambientada em eventos de guerra atual. Minha nota para o game é 7,8.



segunda-feira, 16 de outubro de 2023

Dos Hilários Bugs ao Brilhantismo Genial: Me Aventurando pelo Mundo de Cyberpunk 2077 2.0

Em sua atualização 2.0 Cyberpunk se tornou o que deveria ter sido desde do seu lançamento. Um jogo mais otimizado e com menos bugs. Não é exagero dizer agora que Cyberpunk 2077 merecia um lugar em listas das 100 ou até mesmo das 50 maiores ficção cientifica de todos os tempos.

Cyberpunk 2.0 ainda tem bugs que não tem  como eliminar completamente e são bugs que se tornam o charme do game. Sabemos também que Cyberpunk foi muito hypado. Claro que esse hyper é proposital no intuito das empresas vender o seu peixe ou o seu produto. E cá entre nós isso é uma aula de venda. Chegou a dizer que dava até pra entrar em qualquer lugar do game. E eu cai nessa ficando animado sempre que ouvia essa promessa que não se cumpriu. É não dava pra entrar em todos os lugares de Night City.

O game teve um ótimo aprimoramento gráfico ao longo de suas atualizações. Como o uso de traçado de raios e o modo Overdrive, que elevou os gráficos a um outro nível de qualidade. Somando também o audio do game que é ótimo. Cyberpunk é fantástico e imersivo. É um dos cincos melhores RPG que já joguei na minha vida. Tudo em Cyberpunk foi feito pra ser único desde do seu começo ao ser final. Passando por momentos memoráveis com suas NPC ao longo de sua fascinante e intrigante campanha. Com diversas missões e missões secundarias. E é nessa imersão que se encontra o melhor de Cyberpunk, junto com o maravilhoso trabalho da dublagem brasileira. Pudesse dava um abraço em cada um dos dubladores brasileiros do game.

Night City já é a minha cidade favorita e o fato de se parecer um pais latino, decadente e caótico. É por quer no ano de 2077 os Estados Unidos está arruinado economicamente devido a uma guerra na America Central e no meio disso tudo o Japão emergiu com uma superpotência global. Por isso a falta de leis e a forte influencia japonesa. Night City é controlada por grandes e poderosas corporações e existe fora da jurisdição do país em geral. As viagens de carro ao lado de algum personagem é sempre uma imersão satisfatória. Seja pela trilha sonora ou pela visão em primeira pessoa. É sempre uma experiencia  gratificante e imersiva que por isso atenção tão grande dada a visão em primeira pessoa. 

Se você já jogou e finalizou Cyberpunk, valem apena jogar e finalizar novamente na sua versão 2.0. Se você é um daqueles que não jogou por causa de algum preconceito em relação ao game. Der uma chance ao game, pôs Cyberpunk é um dos melhores RPG de todos os tempos para quem gosta da cultura Cyberpunk e de ficção cientifica. Jogando Cyberpunk eu me sinto em Blade Runner, me sinto em Neo Tokyo de AKIRA, no Vingador do Futuro ou também no filme O Quinto Elemento. Um game imperdível e imersivo. Minha nota para Cyberpunk 2.0 é 9,8. 

Autor: Tiago Amaral

https://www.youtube.com/watch?v=aBIpjjMjtYc 

#NightCityVibes #RPGFuturista #EscolhasImpactantes #JohnnySilverhand

#MundosAbertos


 


quarta-feira, 6 de setembro de 2023

Call of Duty: Black Ops, Uma Campanha Eletrizante!

A campanha de Black Ops está entre as melhores campanha de todos os COD que já joguei. Nunca fui um jogador multiplayer. Isso eu jogo hoje em dia uma vez ou outra. O que sempre gostei é de finalizar um bom game. O desafio de se zerar um jogo bacana. E as campanhas de COD são cinematográficas e cheias de ação do começo ao fim. E COD sempre prezou por variedade de uma missão para outro e isso sempre se manteve nós games da serie.

Black Ops então está entre as cincos melhores campanhas na minha opinião ao lado de COD2, COD4, Ghost e MW2 ou 3. É uma sequencia de ação empolgante do começo ao fim. Seja fugindo de uma prisão seja abordo de uma moto ou pilotando um helicóptero de guerra. E muitos momentos o game me faz me sentir dentro de um filme de guerra seja na pele do Rambo ou na pele do Bradock. 

Os gráficos desse COD foi um dos mais bonitos que vi na época desde das texturas as expressões faciais as explosões tudo muito bonito de se ver na época que foi lançado. Eu até achava na época que o game já rodava em DX11 em vez do DX9 mas rodava em DX9 e mesmo a sim trouxe ótimos gráficos com textura e efeitos de muita qualidade para a época em que foi lançado. Crysis estava muito além do tempo. 

A parte sonora de Black Ops também é uma porradaria sonora que merecem muito ser ouvida em altíssima qualidade e aqui eu conto com um equipamento de peso pra me trazer essa imersão toda na parte sonora do game. Conto com um conjunto 5.1 de caixas acústica da Logitech o z607 e uma placa de som de altíssima qualidade que é a Sound Blaster AE-7 e em muitos momentos eu me sentia dentro do game. Principalmente nós cenários de flores com som dos bichos para todos os lados. Call of Duty: Black Ops faz parte do tempo em que era muito bom jogar e finalizar um Call of Duty ele é nota 9,5.